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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Jardins do palácio Monteiro- Mor

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 O Palácio do Monteiro-Mor é um palácio localizado na Quinta do Monteiro- Mor,, na freguesia do Lumiar, em Lisboa, Nele funciona actualmente o Museu Nacional do Traje e o Museu Nacional do Teatro. O palácio é rodeado por um jardim botânico, com onze hectares de área

 O jardim data do século XVIII, tendo sido mandado plantar pelo 3º Marquês de Angeja . A plantação foi supervisionada por Domenico Vandelli, botânico italiano.

Após a venda da Quinta do Monteiro-Mor em 1840 a D. Domingos de Sousa Holstein 1º duque de Palmela e 1º Marquês do Faial , o parque sofreu melhoramentos, tendo sido trazidas mais espécies raras para o jardim e recebido ornamentação de Estatuária O desenho de algumas áreas seguiu o traçado típico dos jardins ingleses populares na época. Alguns dos botânicos envolvidos nesses melhoramentos foramFriedrich Welwitsch e Jacob Weist. O parque foi dirigido por João Batista Possidónio, discípulo de Weist, até 1912.

 

 

Quando não há palavras

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Quando as palavras deixam de fazer sentido e se esfumam lentamente com frases que escondem angústia...

Quando as palavras não se fazem ouvir entediadas que estão naquela sonolência de linhas sempre direitas e monótonas...

Quando as palavras que gostava de dizer , mas que o tempo esgotou inoportunamente em dias que garantiam uma fidelidade interminável...

Quando as palavras são insuficientes para dizer que hoje não há sol, que o mar está calmo, que as noites são de luar...

Quando as palavras são indiscretas e abusam com descarada arrogância da ingenuidade de quem em tudo acredita...

Quando simplesmente as palavras ficam presas num pântano de emoções que afundam e abafam sorrisos...

Quando há tudo menos palavras...encontro finalmente uma resposta....

Olho em redor e descubro que durante algum tempo, se mais não houver...há apena memórias!

O meu passeio matinal

Sempre que posso e não sou fustigada pelo vento percorro o passeio pedonal bem ao lado da minha casa e felizmente na periferia da cidade

Embora o objectivo principal seja manter uma boa forma física, gosto de ir observando o que me rodeia, já que há sempre detalhes que chamam a minha atenção.

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O crescimento acelerado das trepadeiras floridas das grades de um estabelecimento de ensino e que em breve não me permitirão espreitar lá para dentro.

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Do lado oposto observo os talhões de terreno cedidos pela câmara municipal aos que gostam de cultivar as suas pequenas hortas. De dia para dia vejo grandes modificações, sejam novas flores que crescem, outras que murcham, a horta diversificada onde se pode ver de tudo...feijões, tomates, couves, ervas aromáticas e gente que se vai entretendo a regar, replantar ou colher.

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Continuo meu caminho e chega a altura em que há que fazer algum  esforço físico e toca a trabalhar as diferentes partes do corpo, sim , porque não ando ali só para apreciar a paisagem.

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Recentemente fizeram-se remodelações e aparecem estes módulos, que mais parecem locais de aterragem de naves do além, mas são locais de descanso e com sombra

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Os mais novos não foram esquecidos e também há um espaço para brincadeiras.

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 Como todo este percurso fica na zona desportiva cá do burgo, passo pelas piscinas municipais, bowling e centro de alto rendimento de badminton.

Finalmente chego a casa a pingar, tomo uma banhoca e relaxo com aquela sensação de leveza que me faz ficar sentada aqui a pensar que amanhã há mais.

O corpo é que paga

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 Já cantava António Variações que quando a cabeça não tem juízo o corpo é que paga, nada de mais verdadeiro.
Tudo o que pensamos ou as nossas preocupações, reflectem-se no corpo.

Mens sana in corpore sano ("uma mente sã num corpo são") é uma famosa citação latina, derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal. No contexto, a frase é parte da resposta do autor à questão sobre o que as pessoas deveriam desejar na vida

Sentada aqui, confesso que o reflexo dos meus medos e inseguranças, estão a reflectir-se com demasiada intensidade no meu corpo.

A Grande Barreira de Coral na Austrália

Embarcámos num Catamaram para realizar um passeio até à Grande Barreira de Coral, considerada a maior do mundo, onde chegámos após uma hora de viagem.
Uns mergulharam com botijas outros , como eu, fizeram snorkling.

 

O que vi deixou-me estupefacta pelas cores dos peixes e corais.

 

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Tripulação sempre atenta.

 

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 O regresso foi atribulado, chuva, vagas enormes e um mau estar e indisposição a bordo o que não me impediu de guardar uma boa recordação desta maravilha da natureza.

 

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 Como o vídeo que fiz ficou demasiado pesado deixo um do Youtube para que quem quiser ficar sentado aqui a apreciar o fundo do mar no máximo do seu esplendor.

 

Dia Mundial da Fotografia

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A celebração da data tem origem na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico desenvolvido por Louis Daguerre em 1837.

Mais tarde, em Janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo e a 19 de Agosto do mesmo ano o governo francês considerou a invenção de Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

 

A fotografia serve para eternizar momentos, para guardar recordações, para contar histórias em imagens, sem palavras, para mostrar um modo pessoal de ver o mundo ou simplesmente para dar prazer a quem ama fotografar, eu sou uma delas. Fotografar liberta-me, é um modo de meditação, porque enquanto o faço abastraio-me de tudo e tento ver o que está para além de mim.
Mal ou bem continuarei a captar imagens do que vejo  e sinto no momento, eternizando emoções que não quero que caiam no esquecimento.

 

Visita ao Panteão de Lisboa

Tive o prazer de conhecer a fantástica obra situado na zona histórica de Santa Clara, ocupa o edifício originalmente destinado para igreja de Santa Engrácia, acolhendo os túmulos de grandes vultos da história portuguesa.

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Fundado na 2ª metade do século XVI, o edifício foi totalmente reconstruído em finais de seiscentos pelo arquiteto João Antunes; embora nunca chegasse a abrir ao culto, conserva, sob a cúpula moderna, o espaço majestoso da nave, animada pela decoração de mármores coloridos, característica da arquitetura barroca portuguesa. Elemento referencial no perfil da cidade e oferecendo pontos de vista privilegiados sobre a zona histórica da cidade e sobre o rio Tejo, está classificado como Monumento Nacional.IMG_6360 (1).JPG

 

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 Fiquei deslumbrada com a vista de Lisboa que pude contemplar lá do alto e sentada aqui, penso que não me importava de voltar e captar mais imagens, não só do interior deste fantástico monumento, mas também das diferentes perspectivas que podemos contemplar lá do alto.

A minha adolescência no Porto

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 Foto minha

Apesar de estar longe da minha terra natal, fui para o Porto tirar o meu curso, isto porque tinha uma madrinha rica, viúva , sem filhos. Mulher de 75 anos, austera, bonita, de bom porte e com óptimos relacionamentos.

Soube nessa altura como viviam os ricos. Casas apalaçadas, quintas no Douro e gente com muito dinheiro.
Quando cheguei, o meu ar de tontinha contemplava os dourados dos espelhos, pratas reluzentes, as escadas em caracol e uma grande clarabóia.
Fiquei alojada nas águas furtadas, um autêntico luxo.
No primeiro piso ficava a cozinha e a sala onde a Maria a criada rechonchuda, mas já de idade, vestia sempre de negro com avental, gola e touca branca, cozinhava divinamente. Sempre que a madrinha não descia à sala porque tinha uma angina de peito, carregava à cabeça um enorme tabuleiro com os mais saborosos acepipes.
Fui logo obrigada a dar o meu horário, para que não houvessem desvios. Como tinha a quarta -feira livre, tratei logo de a encher com aulas, para poder passear ou ir ao café.
Como nessa altura fumava e à frente do quarto havia um telhado, abria ligeiramente a persiana, esfumaçava e nem sempre as beatas iam ter à estrada, até que chegou o inverno e o algeroz entupiu com as pontas dos cigarros. Fui descoberta e apanhei um grande raspanete.
Para compensar as malandrices lia-lhe livros até ela adormecer. Encantavam-me os seus perfumes e de vez em quando ia à casa de banho dela, embebia um pouco de algodão em Chanel nº5  e depois de lhe dar um beijo , besuntava o pescoço com tão precioso perfume.
Sempre que se achava com forças ia de braço dado com ela à missa. Para ter alguma distracção entrei para o grupo coral e era mais um extra que eu adorava.
Guardava o dinheiro do eléctrico para poder ir na galhofa, rua fora, com uma amiga.
Um dia deixou-me ir a um baile num liceu conceituado da cidade e conheci um rapaz que passou a ir buscar-me todas as quartas feiras. Passeávamos pelas ruas da cidade, íamos até ao Palácio de Cristal e conversávamos muito sobre filosofia e filósofos, como não percebeia nada do assunto tratei logo de devorar livros para não deixar os meus créditos por mãos alheias.
Nunca houve nada entre nós, apenas um leve beijo nos lábios na despedida.
Tive azar porque a Maria (criada) viu uma das nossas despedidas e foi logo contar à madrinha que ficou deveras incomodada e eu também. Imaginem que lhe dava um ataque e ia desta para melhor?!
Muitas outras peripécias aconteceram, felizmente a senhora não faleceu enquanto eu lá estava.
Apesar de tudo hoje sentada aqui guardo com saudade os dois melhores anos da minha vida como estudante.

Conheci muita gente, frequentei palacetes, recebia prendas de sonho e lembro-me da sensação de um dia andar num carro descapotável.
Valeu a pena!

Sidney

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 Sidney uma cidade que me fascinou pela arquitectura, alegria das gentes que passeava nas ruas, pela animação e monumentos.
Tivemos direito a uma visita guiada à ópera de Sidney e a um espectáculo de balet.

Um passeio na baía deu para contemplar toda a maravilha que nos rodeava.

Como estava calor demos um saltinho a Bondi Beach e ainda deu para sentar e comer um geladinho numa esplanada.
Houve uns corajosos no grupo que subiram a ponte, eu não o fiz, pareceu-me demasiado difícil, limitei-me a vê-la de longe. 
E hoje sentada aqui pergunto-me: - Voltavas novamente? Sem dúvida que sim.

 

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