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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Da ilha de Kalong até Komodo


Depois de um pequeno voo interno de Bali até Lubuan Bajo chegámos a bom porto.

 

Embarcámos em dois barcos estilo piratas, dois porque o grupo não cabia todo num. Felizmente fiquei no mais pequeno, mas mais rápido, com apenas 4 colegas.

 

Como andávamos mais depressa era frequente pararmos em ilhas completamente vazias e de uma beleza ímpar. Tomávamos umas banhocas, deitávamo-nos ao sol até que o outro barco aparecesse. Ilhas de águas transparentes com imensos corais, enfim um deleite para os sentidos.

 

                                                                   

 

Refeições servidas principescamente e confeccionadas pelos tripulantes, sempre simpáticos e prestáveis. Com o cair da noite, juntávamo-nos num barco só e aí ficávamos, conversando, ouvindo música e o silêncio, por momentos pensei estar noutro mundo.

 

No dia seguinta continuámos rumo a Komodo, mas as banhocas continuavam sempre que possível.

 

Komodo é uma reserva natural, património da Unesco onde vivem os famosos dragões com o mesmo nome.

 

À nossa espera estavam três guardas do parque prontos para nos guiarem depois de nos terem feito recomendações muito importantes:

Não fazer barulho

Não nos afastarmos do grupo

Respeitar os trilhos


                                                            

 

Com um pouco de sorte, dizia o guia, talvez encontremos um dragão, mas não encontrámos um, vimos seis, coisa rara. Descansavam placidamente debaixo das árvores confundindo-se com as pedras. Pelo aspecto já deviam ter a barriga cheia. O komodo é um animal altamente perigoso porque na sua boca há cerca de 58 bactérias venenosas e mortais para quem for vítima de uma lambidela deles. Como não são velozes, servem-se disso e esperam que a vítima morra. Por ali vagueavam impalas e galinholas que lhes serviriam de alimento. Mais informações aqui

 

 

 

O som das aves e a vegetação davam um ar dramático mas ao mesmo tempo encantador ao ambiente.

Regrassádos ao barco, demos mais uns mergulhos e chegou com muita pena minha, a hora de partir para uma nova aventura.

Hoje sentada aqui e depois do friozinho que se faz sentir como me faz bem lembrar o paraíso lá longe.



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