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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Hoje recuso falar de política, prefiro falar de coisas concretas

Tenho estado a ouvir os comentários àcerca da comunicação ao país do PR. Estou cansada de os ouvir e vou já mudar de canal.

 

Prefiro falar de coisas que me dão mais satisfação e a esperança de que com este post a aflição de uma mãe sobre qual escrevi aqui, acabe de vez.

 

Através do Jorge consegui o email da Paula e escrevi-lhe.

Recebi a seguinte resposta:

 

Olá, nunca eu pensei que ao ir actualizar o Jorge do que tinha decidido em relação ao meu bebé fosse haver uma onda de solidariedade de pessoas que nem me conhecem pessoalmente, quando a minha própria família me decidiu fechar as portas! Quanto ao bebé estar bem também é o que espero ,pois como expliquei lá ainda pode haver um risco de ele não estar bem e devia memo ter feito o rastreio do 2o trimestre apesar do 1o dar negativo, mas depois da força que ele tem e demonstrou ter o meu coração de mãe acredita que sim!
Infelizmente com a situação actual que estou a atravessar aceito qualquer que seja a ajuda incluindo alimentos, que talvez seja o mais ecenssial , mas mesmo se houver alguém nesta zona que saiba de algum emprego também não me importo aliás já ando á imenso tempo á procura e até agora nada, só consegui arranjar um e fui logo despedida no fim do dia por estar grávida, mas não tenho medo do trabalho e sinto-m tão valorizada como qualquer outro trabalhador. Ouve uma Sra. que também, me mandou um email porque vai dia 5 ao programa da Fátima Lopes e perguntou se podia lá falar do meu caso e acho que ela já tinha falado por alto e eles mostraram interesse, infelizmente neste país só á frente de uma câmara é que o país age, também vou hoje finalmente á assistente social da minha zona ás 15h a ver se se resolve alguma coisa. Desde já muito obrigado a si, a quem me tenta ajudar e principalmente ao Jorge!

 

A Paula também me enviou o NIB e a morada , só que achei que não devia publicar aqui, deixo o endereço de email e quem realmente estiver interessado em ajudar pode escrever para:paulacnr2@hotmail.com tenho a certeza que ela responderá.

 

Só me resta ficar sentada aqui e acreditar que fiz o que me ditou a consciência e desejar com muita força que haja uma solução para este problema e que a generosidade das pessoas fale bem alto.

 

Eu acredito em milagres

Fiquei chocada com o que li hoje no blog do Jorge Soares...leiam por favor.

 

Acredito que há muita gente generosa, sensível e que se preocupa com quem vive situações desesperadas como o daquela mãe que viu todas as portas fecharem-se, por isso hoje sentada aqui, e pela primeira vez faço um apelo a todos os que  me leiem.

 

A senhora não tem dinheiro para comprar alimentos para o filho que tem, muito menos para o que vai nascer, vai ser despejada por não pagar a renda há três meses, não tem para onde ir, pediu ajuda e ninguém a ouviu.

 

O bebé que devia morrer depois de decidir interromper a gravidez, milagrosamente teimou viver. E agora?

 

Se todos nos unirmos e contribuirmos com alguma coisa, por pouco que seja, talvez um milagre aconteça.

 

O Jorge tem o mail da senhora e talvez através dele e digo isto sem lhe pedir opinião, espero que não me leve a mal, poderão fazer chegar alguns bens essenciais, dinheiro ou outro tipo de apoio, como por exemplo o nome de uma instituição que possa ajudar, já que todas as que esta mãe contactou  nada disseram.

 

Sou optimista e acredito em milagres.

 

 

Como uma mensagem pode mudar uma vida

A Luísa casou muito nova, acreditava num amor para toda a vida e nunca lhe passou pela cabeça que a palavra infidelidade pudesse fazer parte do vocabulário de uma relação em que o amor prevalecia. Casou com um homem uns quantos anos mais velho que ela. Vivido, charmoso, bom porte e bom amante.

 

Cedo se apercebeu que as juras de amor, a fidelidade e a certeza de ser a única não eram o que sempre sonhou.

 

Sofria com os constantes assédios de outras meninas que não tinham qualquer pudor em se insinuarem perante o marido que tanto amava.

 

Começaram as cenas de ciúmes e as discussões constantes. Ele tudo negava  e sabia fazê-lo de tal forma que ela se sentia sempre vitimizada e que perdia toda a razão, quando sabia que não tinha provas concretas do que o acusava. Ele, homem sabido , tinha consciências que o ataque era a melhor defesa e ela saìa sempre a perder quando surgiam as acusações que ele considerava disparatadas e sem sentido.

 

Passaram anos e ela prometeu-lhe que um dia havia de descobrir, de arranjar as provas que faltavam para que se confirmasse aquilo que como mulher intuitiva sentia.

 

No último dia da Expo 98, mais precisamente a 30 de Setembro, ele e um amigo resolveram ir até Lisboa assistir ao final da Expo. Ela que já lá tinha ido muitas vezes, preferiu ficar em casa e ver tudo pela Tv.

 

De vez em quando ela ia-lhe telefonando para lhe dar conta das filas de trânsito e do mundo de gente que enchia o recinto.

 

No dia seguinte foi trabalhar e de repente viu que no telemóvel havia uma mensagem de voz. Ouviu-a. O mundo acabava de desabar. Percebeu que numa das chamadas do dia anterior ele se tinha esquecido de desligar o Tm e ficou registada a conversa com o amigo em que lhe contava alguma das aventuras amorosas que ia tendo de vez em quando. Como é de prever conversas de homens sobre este assunto são extremamente explícitas e reveladoras de pormenores que para uma mulher são no mínimo chocantes. Desde como foi, onde foi, com quem foi, como fizeram, se era boa ou nem por isso, enfim tanta coisa que a Luísa me contou, consternada , mas ao mesmo tempo aliviada, porque finalmente tinha as provas que há muito desejara.

 

Á noite já deitados ele notou que algo se passava e tanto insistiu que ela lhe deu a mensagem para ouvir. Sentiu que se tivesse um poço se metia por ele abaixo. Pediu desculpa implorou, prometeu, mas não havia forma de voltar atrás.

 

Tudo acabou e hoje sentada aqui concluo que a mentira não compensa e fico contente por ver a Luísa  feliz e que se livrou do pesadelo que a atormentou tantos anos.

 

Aviso: Verifiquem se desligam os telemóveis e apaguem as mensagens, ou melhor ainda, não se atrevam a fazer da mentira um modo de vida.

 



 

O selo da Joana

 

 

De vez em quando aparece um gesto simpático de que alguém nos oferece um selo, que conforme o estilo do blog o colocamos ou não, mas agradecer é indispensável e faço-o com agrado. Confesso que não sou daquelas que os coloca aqui, mas isso também não é importante, nem imagino que alguém leve a mal a minha atitude.
 
Quando a Joana me ofereceu o selinho veio-me à ideia uma história que se passou há muito, deveria ter mais ou menos doze anos. e quando se fala em selo vem logo à ideia cola ou uma simples lambidela para que fique agarradinho ao envelope que se quer enviar, coisas de outros tempos, porque agora o email veio facilitar a vida aos carteiros.
 
Andava eu num colégio de freiras e como era menina com gosto pelas artes que envolviam pintura e colagens lembrei-me de começar a lamber o tubo da cola e a habituar-me àquele gosto amargo, que deixou de o ser quando passou a vício. A páginas tantas já comia mais do que colava, o que deixava as minhas colegas espantadas e as freiras possessas. Apesar dos sucessivos avisos os tubos de cola marchavam em grande velocidade.
 
Um dia já cansada de ver tamanha maluqueira e receosa de alguma maleita que daí adviesse, uma das benditas irmãzinhas resolveu cortar o mal pela raiz e fê-lo da maneira mais drástica e cruel.
 
A meio da aula, chamou-me, mandou-me ajoelhar em frente à secretária, abrir a boca e despejou meio tubo de cola lá para dentro.
Pensam que isso me custou? Era petisco cujas papilas já estavam habituadas; o que doeu mais foi a humilhação ao ver-me ali ajoelhada perante uma turma inteira que ria, enquanto as lágrimas me escorriam cara abaixo.
 
Foi remédio santo e hoje sentada aqui, penso como é possível ganharem-se hábitos tão estranhos. Anos mais tarde vim a saber através de leituras que fiz que a cola tinha o mesmo efeito de uma droga, se calhar a minha demência actual é consequência de colagens sucessivas, numa altura em que o que mais desejava era descolar dali.
 
 

 

Um fim de semana de sonho

Existe Um Olhar

O sonho

Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.

Clarice Lispector

 

desgovernados

 

                                     Existe Um Olhar

Somos um barco à deriva, sem rumo, sem saber que ventos nos esperam, remando contra a maré, lutando até que as forças se esgotem e a esperança definhe.

 

Sentada aqui, não vislumbro timoneiro corajoso, audaz, e destemido., que possa dar um rumo seguro aos nossos destinos e nos leve a bom porto.

 

Consultei as estrelas e não me disseram nada que me confortasse e como quero partilhar o que me contaram espreitem aqui

 

Quem me dera que muita gente discordasse do muito que sinto e me brindasse com uma onda de optimismo e muita fé.

 

Faleceu Elizabeth Taylor

 

 

 

Sentada aqui recordo um pouco do que foi a vida de uma das maiores divas do cinema que faleceu hoje com 79 anos.

 

Nome Batismo: Elizabeth Rosemond Taylor
Nascimento: 27 Fev 1932
Local Nascimento: Hampstead, Londres, UK
Altura: 1.63 m

Minibiografia

 

 Elizabeth Taylor nasceu em Londres no período em que seus pais, americanos, eram responsáveis por uma Galeria de Arte naquela cidade.  Em 1939, pouco antes do início da 2ª Guerra Mundial, seus pais retornaram aos EUA onde se estabeleceram em Los Angeles.

Sua beleza logo chamou a atenção dos caçadores de talento.  Ao se submeter a um teste nos Estúdios da Universal Pictures, os executivos da Empresa ficaram impressionados com ela e a contrataram, de modo que, com apenas 10 anos de idade, estreou no cinema com o filme "There's One Born Every Minute".

No ano seguinte, 1943, contratada da MGM, Liz iniciou sua escalada para o sucesso com o filme "A Força do Coração".  Embora com uma longa filmografia, seu período áureo estendeu-se de 1951 a 1968, tendo sido a primeira atriz a ganhar US$ 1 milhão pela atuação num filme.  Tal fato ocorreu quando da realização de "Cleópatra", em 1963.  Durante esse período, foi agraciada com 2 Oscars de Melhor Atriz por suas atuações em "Disque Butterfield 8", de 1960, e "Quem Tem Medo de Virginia Woolf ?", de 1966, sendo ainda indicada ao mesmo prêmio da Academia por seus trabalhos em "A Árvore da Vida", de 1957, "Gata em Teto de Zinco Quente", de 1958 e "De Repente No Último Verão", de 1959.

Conhecida internacionalmente por sua beleza, especialmente por seus olhos violetas, foi desejada por muitos homens, tendo sido casada com Conrad Hilton Jr., herdeiro de uma famosa cadeia de hotéis (06/05/1950 à 01/02/1951), Michael Wilding, ator (21/02/1952 à 30/01/1957), Michael Todd, produtor (02/02/1957 à 22/03/1958), Eddie Fisher, ator (12/05/1959 à 06/03/1964), Richard Burton, ator (15/03/1964 à 26/06/1974 e 10/10/1975 à 01/08/1976), John Warner, senador (04/12/1976 à 07/11/1982) e Larry Fortensky, construtor (06/10/1991 à 31/10/1996), de quem se encontra divorciada.

Na década de 70, tornou-se viciada em drogas, fazendo filmes ocasionalmente.  Ao terminar seu casamento com o senador Warner, internou-se na Betty Ford Clinic, em mais uma tentativa de se curar de seus vícios.  Foi durante esse período de recuperação, que conheceu Larry Fortensky, com quem se casaria mais tarde.

Em 1985, com a morte de seu grande amigo, o ator homossexual Rock Hudson, Elizabeth Taylor iniciou uma cruzada em favor dos portadores de Aids.

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