Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Caruncho da Madeira

Foto de sentaqui

A ameaça de caruncho é muito grave quando estes atacam a estrutura de madeira dos edifícios. Com o tempo, o caruncho faz buracos que debilitam as vigas e em caso extremo podem até levar ao colapso de todo um edifício.
O caruncho pode ser tratado com produtos de uso não profissional disponíveis em vários estabelecimentos comerciais.
No entanto, uma infestação de caruncho da madeira deve ser tratada por técnicos profissionais, visto que não controlar bem esta praga pode causar danos estruturais irreparáveis numa casa.
Muitas infestações de caruncho passam despercebidas durante anos, período esse durante o qual o dano vai-se estendendo e agravando. É importante agir com rapidez se achar que pode ter um problema com caruncho. (Informação tirada daqui)

 

Modo de tratamento:

 

Abandonar de imediato as instalações, correndo-se o risco da casa lhe cair em cima e contaminar os vizinhos que não têm culpa nenhuma da carunchice  madeirense.

 

Erradicar quaisquer medidas de apoio que podem provocar danos a todos os não envolvidos e cujo contágio pode ser fatal.

 

Abolir rapidamente a continuação da construção de estradas, viadutos,  aquedutos feitas sobretudo por outros bichos já contaminados, que trazem danos económicos acrescidos aos que não têm culpa nenhuma.

 

Gosto de jardins, de flores, de árvores frondosas, mas que me inspirem confiança, que não me enganem com cores que atentam contra o bom senso de todos os que vão acreditando que as pérolas são todas verdadeiras.

 

Estou sentada aqui com uma revolta imensa depois de saber da dívida  de uma Madeira que eu julgava estar em bom estado de conservação e foi com espanto que li aqui que afinal ela  está muito podre e sou eu, és tu, somos todos nós que vamos ter de arcar com mais umas pulverizadelas  nas nossas carteiras para erradicar de vez o bicho.

 

 

 

Regresso à ilha

Foto sentaqui

Como sou uma pessoa obediente resolvi seguir os conselhos do nosso PR e como diz o jornal i em tempo de férias e de crise faça férias cá dentro, decidi hoje navegar até às Berlengas.

No dia anterior fui até Peniche saber preços de bilhetes, se o tempo iria estar bom e os horários, claro que podia saber tudo através da net, mas aproveitei para mais uma passeata e umas fotos.

Arranjei um bom farnel, já que os preços da ilha são muito inflacionados, o que é natural porque até um grão de arroz ou uma simples garrafa de água têm que ser transportados, ali não há nada, a não ser gaivotas, muitas gaivotas, ratazanas como antigamente já lhes deram sumisso com uma desratização devidamente assinalada numa placa, e a paisagem essa, é genuína e de sonho.

Partida às 10h e 30m, regresso às 16, bilhete 18 euros e uma volta à ilha 7.

Já fui algumas vezes às Berlengas, a primeira no velhinho Cabo Avelar que era de desanimar qualquer um que tivesse vontade de  voltar, noutras alturas fui em barcos de amigos, mas em nenhuma delas levei a minha Canon. Depois de ler a viagem da Marta o impulso foi forte e toca a zarpar.

Um grupo de 24 pessoas simpáticas foram uma boa companhia, sobretudo as crianças.

O parque de campismo estava cheio de gente jovem e as condições eram bem diferentes das de antigamente.

A primeira má notícia foi que o mar não estava em condições de dar a volta à ilha, fiquei desolada. Depois de cerca de uma hora de chuva miudinha causando algum desconforto passageiro, porque logo o sol começou a brilhar muito tímido é certo, mas estava uma temperatura amena que me permitiu percorrer a ilha de uma ponta à outra e explorar todos os trilhos. Subi , desci, fotografei, parava de vez em quando lá bem no alto a contemplar a paisagem enquanto as gaivotas barulhentas faziam voos rasantes por cima da minha cabeça.

Felizmente que há um plano para cortar com os excedentes destes bichos que há uns tempos atrás se estavam a tornar uma praga.

Cheguei a casa mais que morta, deitei-me no sofá e adormeci logo, só acordei para comer qualquer coisa e fiquei sentada aqui a lembrar a célebre frase do filme do Clube dos poetas Mortos...CARPE DIEM, eu aproveitei bem o meu dia.

 

15 minutos de sabedoria com Steve Jobs

Há pessoas que caminham na vida ao serviço da ciência, usando de muita objectividade, de factos concretos, fazendo questão que sejam provados através de teorias amplamente justificadas, de forma a que não hajam dúvidas acerca das conclusões a que chegaram, colocando de lado qualquer ideia que fique aquém do que é evidente e palpável.

Outros há que pautam as sua vidas pela fé e essa não exige explicação, sentem-na apenas sem necessidade de explicar o porquê e como de certas filosofias a que aderiram e em que coração e emoção são os denominadores comuns das suas práticas diárias. Por último há os que conseguiram equilibrar razão/coração, através de uma vida de derrotas e vitórias, de altos e baixos e de inúmeros percalços e que foram aprendendo a combinar harmoniosamente sabedoria e ciência. Steve Jobs é exemplo disso e através deste discurso de 15  minutos ficou patente que aliada a uma enorme inteligência, conseguiu nunca esquecer as emoções que aliadas a um poder mental fora do comum, lhe permitiram ao longo da vida conciliar razão, coração e intuição. 

 

 

Há uns dias atrás precisei de comprar um novo Pc, os meus olhos ficaram colados a um Apple mas a minha carteira não permitiu que eu o trouxesse para casa. Hoje sentada aqui reconheço que eu não precisava dele, mas sim de ouvir as palavras deste grande senhor sobretudo quando a determinada altura diz:

 

 "-Não deixe a voz dos outros abafar a sua própria voz e mais importante, tenha coragem para seguir o seu coração e a intuição"

Aproveitemos o que resta do Verão.

O facto de estar há oito dias sem carro, depois de me terem dito que o arranjo demoraria apenas três ( português é assim), quase me levou a um protesto telefónico, em que certamente iria desancar o homem por não cumprir a palavra, mas depois inspirei, expirei e pensei que de nada adiantaria e que a minha fúria  seria apenas uma perda de tempo e desgaste desnecessário.

 

Comecei a ver o lado positivo da coisa e tirar partido disso. Ontem estava um dia lindo, peguei na mochila, máquina fotográfica ( tripé incluído) e atravessei a cidade de uma ponta à outra até chegar ao parque.

 

Escolhi ruas onde geralmente não passo, reparei nas lojas vazias apesar dos saldos convidativos, passei por esplanadas de bairro, onde as pessoas falavam descontraidamente ao abrigo de um chapéu  fumando o belo do cigarro entrecortado com um gole de cerveja.

 

O parque estava cheio de gente que veraneava por ali, uns sentados nos bancos à sombra, outros dando um passeio de barco no lago e outros mais escondidos nos recantos dos espaços ajardinados sorviam o seu charro, (cheguei a pensar que estava em Amesterdão).

 

De repente veio-me ao pensamento a crise de que tanto se fala e percebi que por enquanto o que vi foi um cenário de pura descontracção, alegria, relax eu diria até, que o espírito era de " Peace and Love".

 

Claro que sei e todos sabem que isto é só um cenário que se desmanchará, logo que comecem os dias cinzentos e curtos, o Outono tristonho, o frio e o vento e aí as pessoas recolher-se-ão e terão tempo suficiente para pensar nas 22 duas medidas de austeridade já tomadas e vão sabendo durante o mês de Setembro a uma média de duas e meia por dia, que somarão setenta e cinco das que vão aparecer, segundo os avisos que vão sendo feitos diariamente, uma espécie de preparação para a tempestade que vem aí. Os "meninos" têm-lhe dado forte e trabalhado que nem mouros enquanto o povo vai fingindo que não percebe.

 

Entretanto começam já sorrateiramente a avizinhar-se os gastos acrescidos que os pais têm que fazer na compra de material escolar, os milhares de professores que irão ficar no desemprego, as cem lojas que estão a fechar todos os dias, a luz e o gás mais caro, o desemprego a subir em flecha, os assaltos mais frequentes...bom é melhor parar por aqui, para mais informações basta ouvir as notícias.

 

Comparo o que se vive com uma panela que está a começar a ferver devagarinho e que entrando em ebulição saltará tudo cá para fora e aí teremos manifestações, protestos, greves, mais acusações, culpas e culpados e será o Inverno do nosso descontentamento. Descontentes, tristes, amargurados, revoltados e de pés e mãos atados com a sensação que pouco ou nada podemos fazer, apenas tentar sobreviver.

 

E como tudo ou quase tudo o que aqui despejei se está a tornar demasiado pesado, já estou sentada aqui a pensar no bom que vai ser quando chegar a minha carroça e poder ir a um pinhal encher sacadas de pinhas que vão servir para pelo menos quando o frio chegar poupar uns cobres no aquecimento. Mantas fofinhas já tenho, falta ir ali à fábrica das velas que ainda as vende a bom preço e assim fico com a ilusão que estou a viver noites de puro romantismo ao invés de pensar na miséria a que chegámos.

Meu Filho Meu Mundo

 

Há cinco anos que nada sabia da minha amiga V. com quem trabalhei durante alguns anos. Assisti ao namoro, ao casamento e ao nascimento da primeira filha do casal. Depois a vida separou-nos e nada mais soube a não ser há uns dias atrás quando me contaram que ela se tinha separado e que tinha uma segunda filha com dois anos.

 

Coincidência ou não recebi um telefonema dela a convidar-me para lanchar para podermos conversar. Fiquei agradavelmente surpreendida e a imaginar o muito que tínhamos para contar uma à outra.

 

Apareceu na hora combinada com as suas duas meninas, uma que conheci bebé e agora já prestes a entrar para a escola e a segunda, uma menina linda que teve a infelicidade de nascer autista.

 

Obviamente que a maior parte do tempo passámo-lo a falar da dura batalha que tem travado para encontrar cura para a sua filha.

Possuidora de uma força de vontade e capacidade de luta invulgares, não duvido depois de tudo o que me contou que irá conseguir.

 

Divórcio, descoberta da doença da filha deixaram-na despedaçada e viu-se obrigada a interromper o trabalho por tempo indeterminado.

 

A principal prioridade era saber tudo sobre autismo, leu, investigou, falou, trocou e-mails até que chegou ao programa "Son Rise" que nasceu nos Estados Unidos e já chegou a Portugal. A entrevista que aqui deixo é bastante esclarecedora e percebemos como nasceu, como foi implementado e todas as abordagens que estão a ser desenvolvidas para debelar esta doença.

Determinada decidiu rumar aos Estados Unidos para durante um mês receber formação e aí aprendeu a trabalhar com a sua menina.

 

Hoje a V. cumpre à risca tudo o que aprendeu e a maior parte do seu dia é passado num quarto sozinha com a sua filha a interagir com ela e diz-me com um rasgado sorriso que já está a notar melhoras notáveis.

 

Vim para casa a pensar em tudo o que tinha ouvido e sentada aqui ouço o testemunho de Raun Kaufman ex autista, que nos conta como os seus pais trabalharam com ele dando origem ao movimento/formação Son Rise, ao mesmo tempo que vou vendo alguns episódios do filme Meu Filho Meu Mundo baseado nesta história verídica.

 

Depois de tudo o que li, vi e ouvi desejo aos pais que têm filhos autistas, que não lhes falte  a coragem e força e  que nunca desistam, porque quando se acredita nada é impossível.

                   

"A força não provém de uma capacidade física e sim de uma vontade indomável."
            ( Mahatma Gandhi )

 

Partidas sem aviso prévio

 

 

 

Desde que me lembro de ser gente, tenho a ideia de nunca ter sido pessoa de grandes apegos, de ter dificuldade nas despedidas, de sentir saudades daquelas que doiem, nem verter alguma lagrimazita nas separações. À primeira impressão e para quem não me conheça pode parecer que sou uma pessoa desprovida de grandes sentimentos, paixões avassaladoras, ou amores que perduram, nada de mais errado.

 

Consciente de que a minha vida e a das pessoas que passam por mim, são isso mesmo, uma passagem, interiorizei desde muito cedo que sou alguém que não precisa de andar em cima, de me pegar, de fazer perguntas do estilo: Onde estás? Estás bem? Quando vens fazer uma visitinha? Esqueceste que existo? para fazer prova dos sentimentos que nutro pelas pessoas.

 

As pessoas que amo, os amigos, a família estão para mim sempre perto mesmo longe. Faço questão de estar presente quando precisam de mim, de saber ouvir, e calar quando as palavras não alteram nada à realidade evidente.

 

Há apenas um motivo que me deixa sem palavras, de rastos, de coração partido, com a sensação de que me falta o chão que piso e com a insegurança própria de quem não encontra justificação para as ausências sem explicação, com silêncios que minam e corroem, fazendo com que teça mil uma conjecturas para atitudes imprevistas e sem justificação que me dêem as respostas para tantas perguntas que me consomem.

 

Pior que todas as despedidas são sem dúvida as partidas sem aviso prévio, e orgulhosamente continuo sentada aqui sem me atrever a perguntar- "Porquê?"

Acredito que o tempo me dará todas as respostas quando chegar o momento certo.

Pernas... para que te quero?

Fiquei-me sentada aqui, com a sensação esquisita de que me faltam as quatro rodas que me levam daqui, sempre que quero zarpar.

Por outro lado há as pernas que fazem com que aprecie de outra forma aquele passeio pelas redondezas em que as coisas mais banais tomam outra importância, já que a passada é leve e descontraída e que me permitem observar o cão da vizinha, a roupa do estendal, as cortinas do prédio ao lado, as  flores das varandas, o casal de mãos dadas e finalmente sentar-me na esplanada e lembrar que daí a nada as pernas que me levaram , vão ser as mesmas que me vão fazer regressar.

Carro? Quem disse que preciso dele? Bom, será que aguento até terça feira? Pelo menos estou a tentar resistir às múltiplas ofertas de gente que se disponibiliza a fazer de chauffeur.

Esta praia inspira-me

Não tem nome, perdida algures ao longo da costa, sem sinais, avisos, bandeiras, passadeiras em madeira, de acesso mais ou menos tortuoso, faz-me sentir que vou a caminho do paraíso.

 

  

  

 

 

 

 

   

 

                                                                                                 

                      Há acessórios que se dispensam

 

 Devolvo ao mar o que me ofereceu

 

E despeço-me ao entardecer

Morre mais cedo quem vê demasiada televisão- dizem os australianos

 

 

Foto do meu blog Existe um Olhar

 

 

Fazem-se estudos para tudo e sobre tudo, uma forma de manter muita gente entretida e a ganhar uns cobres.

 

Agora foi a vez dos australianos concluirem que ver demasiada televisão reduz o tempo de vida. Nunca dou muita importância  a estas conclusões, mas neste caso foi coisa que me deixou sentada aqui a pensar. Veio-me logo à ideia as gentes da Somália que nunca viram coisa nenhuma e no entanto estão a morrer à fome e à sede, portanto cada estudo tem a importância que cada um lhe quer dar.

 

Não há dúvida que se nos lembrarmos do que todos os dias vimos e ouvimos nas notícias aqui e lá fora é para ficar com o coração apertadinho. Ele são atentados, catástrofes, assaltos, incêndios, abusos de poder, crises financeiras, corrupção, violações, fome e um sem número de desgraças que são por vezes um atentado à nossa sanidade mental.

 

Por cá anunciam-se medidas para combater a crise que são elas próprias um combate sem fim à vista e pelo teor das mesmas fazem desmoralizar qualquer um que tenha que suar as estopinhas para, pelo menos, garantir o mínimo dos mínimos para sobreviver. Mas sobre a crise não quero fazer nenhuma dissertação, outros a farão por mim, basta ligar a Tv e aí assiste-se a uma disputa para ver quem consegue dar a notícia com o máximo de dramatismo possível para captar mais audiências.

 

Eu há muito que fiz greve aos canais que se dedicam a acabar com a minha pretensa tranquilidade, pode ser que assim dure mais uns anitos, caso isso não aconteça que pelo menos possa disfrutar de coisas boas e ver e fazer o que bem me apetece...e hoje estou mais virada para o Don`t worry by happy

 

Ai Carmencita...tanta chuvita!!!

Foto do meu blog Existe um Olhar

Carmencita:

Bem podias ter dado tréguas ao mau tempo e oferecer-nos uma noite calminha, sem chuvisco, nem humidade por tudo o que era lado. Afinal não se tratava de uma visita qualquer...tu o teu Don José, as ciganas tuas parceiras, aquela feira catita onde os legumes me pareciam bem fresquinhos, as madames de Sevilha vestidas a preceito , o teu charmoso toureiro que preferiste ao infeliz José...e querias tu que as coisas acabassem bem?!!!...Impossível Carmencita, tu acabaste por ir desta pra melhor morta às mãos do teu amado que quis fazer-te companhia e acabaram os dois estatelados no chão, com sangue a jorrar por todo o lado.

 

Ora bolas, tu não sabes que essas coisas nunca dão bom resultado? Alimentastes esperanças ao infeliz e ele não aguentou tamanha desfaçatez, se fosse hoje descansa que ele não se dava ao trabalho de te limpar o sarampo e tratava logo de olhar para a primeira cachopa que aparecesse.

 

Mas estiveste bem mulher, fizeste um papelão, pena a coisa ter dado para o torto, mas enfim, nem tudo é perfeito.

 

E mais...saí de lá com o cabelo a pingar, valeu o tinto que me ofereceram para aquecer qualquer coisita e o resultado foi um feriado em que podia andar por aí a laurear e vi-me remetida ao meu sofá, embrulhada numa manta, com uma gripe daquelas violentas em que tive de atacar com umas quantas pastilhas que me deram uma soneira desgraçada e me impediram de ver meia dúzia de filmes até ao fim...uma desgraça Carmencita, acredita.

 

Hoje estou sentada aqui a recompor-me a a trautear o teu lá, lá,lá,lá... ao mesmo tempo que espirro e assoo, assoo e espirro...

 

 

Pág. 1/2

Mais sobre mim

imagem de perfil

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D