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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Hoje é dia mundial da poupança...mas poupar o quê?

Foto gamada da net

Hoje , mais que nunca, para nós portugueses este é um dia que não faz qualquer sentido. Quando se fala em poupar pressupõe-se que haja um dinheirito extra que possamos pôr de lado. Com o panorama actual penso que seria mais acertado substitui-lo por Dia Mundial Do Gamanço.

 

A única coisa que posso fazer hoje é ficar sentada aqui a poupar as palavras.

Será que ainda consigo ajudar alguém?

 

 

 

E, deixava o desafio a cada um, de rebuscar nas suas competências, aquilo que seria capaz de fazer. Um exercício interessante e que nos permite descobrir potencialidades para, em caso de necessidade, arregaçar as mangas e deitar mãos ao trabalho.

 

Esta é uma frase que li aqui e que me deixou a pensar.

Será que ainda me resta algum fulgor, coragem, desprendimento, força, altruísmo para ajudar seja quem for?

 

Recordo há uns dias atrás, quando se cruzou comigo uma rapariga com dois filhos pela mão. Perguntou-me se me lembrava dela. Não, eu com a minha deficiente memória visual, estava longe de descobrir que diante de mim estava a Anabela com as suas crianças. Lembrei então que há uns bons anos fiz tudo para que ela fosse acolhida  numa misericórdia por ser vítima de maus tratos de um pai alcoólico e já sem mãe vivia horrores que hoje desconfio que se não se tratasse só de violência física.

 

Anabela casou, é feliz e no final disse-me.. "obrigada por tudo o que fez por mim". Fiquei comovida porque já há muito que me tinha esquecido de tudo.

 

Ao longo da minha vida envolvi-me em projectos, defendi causas, trabalhei sem esperar compensações monetárias e entreguei-me de corpo e alma a muitas iniciativas que eu achei que valiam a pena. Apesar de tudo guardo também algumas mágoas quando me lembro de situações em que a minha ajuda foi mal vista, mal interpretada e confundida com alguma intenção de protagonismo, talvez por isso hoje ajudo quem me pede, mas meter-me sem mais nem menos já não é uma das minhas práticas e em vez de me entregar defendo-me.

 

Contudo há uma imagem que não me sai da cabeça e o mais grave é que me condeno todos os dias com a minha atitude.

 

O dia estava de aguaceiros, mas o sol brilhava de vez em quando. Fui de manhã bem cedo para o parque da cidade tirar fotografias.

Pouca gente andava por ali, mas aquele idoso sentado num banco, de tronco curvado, de expressão triste, imóvel, despertou a minha atenção.

Achei que estava a li a hipótese de conseguir uma boa foto. Ajustei a luz, a velocidade, aproximei, afastei e consegui o que queria.

 

E hoje sentada aqui penso no meu egoísmo e indiferença...podia ter dito bom dia, podia sentar-me ao lado dele no banco, podia começar a conversar, podia tentar arranca-lhe um sorriso, pois, podia muita coisa, mas não fiz nada de nada.

Será que o meu coração mole de outros tempos, está revestido com uma carapaça onde é impossível penetrar?

Algo está mal e não gosto mesmo nada de me sentir assim.

Quando as mulheres falam de pilas

Desengane-se quem pensa que são só os homens que falam do aspecto físico das mulheres, que são só eles que babam quando passa uma de formas arredondas, sexy, ou de andar bamboleante e provocador ou ainda quando falam da performance da última conquista com quem se deitaram.

 

Não, nós mulheres também falamos deles, sobretudo aquele grupo delas que já foram casadas, ou das que fazem do celibato o seu modo de vida e que não abdicam de um relacionamento sexual esporádico, ou de alguns meses, ou apenas umas horas.

Quando há um mínimo de confiança e à vontade contam-se histórias, umas hilariantes, outras preocupantes e outras mais sérias.

 

De entre os muitos temas abordados é o tamanho e feitio daquilo que  lhes dá prazer, ou devia dar... por vezes acontecem grandes desilusões.

 

Quando li "França indica "tamanho normal do pénis",  uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a foto escolhida...uma courgette, imagine-se, podiam ter escolhido uma cenourita, pelo menos seria anatomicamente mais parecido com o orgão de que se fala e deduzo que um homem que tem o dito cujo exageradamente reduzido, fica ainda mais assustado ou mesmo frustrado, com a associação da imagem ao tamanho do legume em exposição.

 

Não imagino , que alguma das mulheres com quem falo se tenha dado ao trabalho de medir o instrumento do parceiro e todas elas fazem as suas análises conforme o que lhes dá mais ou menos prazer.

 

É evidente que é decepcionante quando alguém me diz que se viu grega para encontrar no meio das calças fosse o que fosse, tal a pequenez.

Aí até compreendo que uma cirurgia fosse aconselhável, mas há as outras que falam da satisfação que têm ou porque o diâmetro é o ideal, o tamanho se ajusta na perfeição e os que o têm em forma de supositório, que são sem dúvida os mais bem vistos.

 

Penso que os homens se preocupam mais com o tamanho do que propriamente as mulheres e é vê-los nos balneários a olhar de esguelha, como quem não quer a coisa ,  para a pila do vizinho.

 

Nem sempre o aspecto físico de um homem é sinal que tenha um pénis avantajado, as aparências iludem e não é por aí que se chegam a conclusões fiáveis. Há as que se entretêm a olhar para o tamanho do nariz, ou do polegar, ou ainda pelo monte que fica na base do mesmo, quanto mais alto mais activo. Meigos são regra geral os que têm o dedo anelar maior que o indicador.

 

Que importa o tamanho, o feitio ou o diâmetro se não forem ternurentos, carinhosos, calmos, se só se preocuparem com o prazer deles e colocarem de lado o da parceira?

 

E agora fico sentada aqui  a pensar na parvoíce que é quando os homens que o têm dentro dos parâmetros normais, se sujeitam a tratamentos perigosos que podem deitar tudo a perder e quando falo do que é normal socorro-me do que li aqui

 

 

Eu não quero enriquecer nem gastar mais, sr. primeiro-ministro

"Mas se alguém souber de uma forma de diminuir a dívida, o défice, enriquecendo e gastando mais, digam, se fazem favor, porque todos nós estaríamos em condições de adoptar essas medidas fantásticas"-disse Passos Coelho.

 

Certamente que o que vou escrever nunca será lido pelo nosso primeiro-ministro, mas fico mais aliviada se deixar aqui o meu desabafo em relação às palavras proferidas.

 

Sempre trabalhei muito, segui as pisadas dos meus pais e avós que nunca tiveram uma vida fácil, mas tudo o que temos foi fruto de muito esforço e dedicação. Os nossos objectivos foram sempre criar um bem estar acrescentado aos nossos descendentes, por isso mesmo eu vivo melhor que eles, mas neste momento tenho dúvidas se o meu filho no futuro viverá melhor que eu.

 

À medida que fui ganhando, fui investindo, ora em coisas que me deram prazer, ora noutras que melhoraram as minhas condições de vida, gerindo equilibradamente o dinheiro de que dispunha, para que nunca existissem buracos a exemplo dos que existem agora no nosso país. Os meus pais sempre disseram que não devemos ter mais olhos que barriga e que se não podemos ter um casarão, temos uma casa mais pequena, se o carro não pode ser um topo de gama, pois que se compre um mais baratinho. Sonhámos ir para paraísos tropicais nas férias, quem não gostaria, não podemos, tudo bem, vamos então até  uma das boas praias do nosso país, por exemplo...e acima de tudo também aprendi a fazer umas poupanças porque nunca se sabe quando há um problema de saúde ou algum acidente que implique gastos extras.

 

Contrariamente ao que descrevi, os senhores que foram eleitos por uma parte dos portugueses e acreditando que teriam  bom senso para gerir o nosso país, enriqueceram e gastaram escandalosamente o dinheiro de todos os contribuintes. Todas as regalias lhes foram permitidas, porque tiveram o cuidado de legislar de maneira a que os seus roubos parecessem legais.

 

Por causa dos abusos e má gestão vou deixar de gastar e como eu a maioria dos portugueses, consequentemente muitas fábricas, lojas e um sem número de serviços encerrarão, haverá um aumento crescente do desemprego, os investimentos terminarão, porque ninguém quererá arriscar, sabendo de antemão que tudo ou quase tudo o que possam vir a ganhar, será sugado pela carga fiscal a que estão sujeitos.

 

Fiquem lá com o meu subsídio de férias e décimo terceiro mês, entretanto, vou ficar sentada aqui à espera que o senhor primeiro ministro dê o exemplo e diminua também os ordenados chorudos dos senhores ministros, os carrões com que se passeiam, as reformas exorbitantes dos ex-ministros e ex-presidentes, as casas  que ocupam e que nós pagamos, que reduza o número de assessores e secretárias, que acabe com o direito a comezainas em restaurantes caríssimos e mais um sem número de regalias que usufruem, porque  nenhum dos portugueses imaginou alguma vez ter de patrocinar os vossos luxos.

 

Não quero enriquecer, não quero gastar mais, quero acima de tudo que haja justiça, igualdade e respeito.

Hoje foi dia de encher as marmitas

Como tem sido largamente noticiado, são cada vez mais as pessoas que evitam restaurante e comem no local de trabalho.

Alguns até partilham as saladas e as sobremesas e atrevem-se até a petiscar uma ou outra coisa de uma iguaria do colega,  que parece mais apetitosa.

Dizem os estudos que com esta prática, poupam-se cerca de 100 euros por mês.

 

Cá por casa este caso não é excepção e quando o descendente passa uma semana ou duas por cá, a mãe agarra-se ao fogão e é vê-la a encher marmitas atrás de marmitas.

Ele poupa de certeza , só a minha conta no supermercado aumenta substancialmente nessas semanas, mas não me posso queixar, por que tiro sempre uma dosezita para mim, que faz com que poupe pelo menos cinco euros e meio que é o que gasto no restaurante diariamente, portanto fica ela por ela.

 

Há ainda a favor o não perder o treino na pilotagem do fogão e o gosto que tenho em cozinhar para alguém que aprecia o que faço.

 

O Domingo chuvoso e com rajadas fizeram com que o prazer destas aventuras gastronómicas fosse redobrado... o calor, os cheiros, o barulho dos tachos, o tapa e destapa, o provar, o acrescento de mais um ou outro tempero fizeram com que saboreasse de maneira aconchegante o prenúncio do Inverno que se avizinha.

 

Gosto destes dias assim e agora sentada aqui sinto que para o cenário ficar perfeito, só falta mesmo a lareira acesa.

Despacho despachado

Mais um roubo da net

Tenho um carro velho, mas de uma boa marca, o que me faz ter esperança de não ter de comprar outro tão depressa e ando sempre a pedir aos anjinhos para que ele se aguente por muitos mais anos.

 

Sou daquelas que não sou exigente nem tenho a vaidade de andar montada num topo de gama e sempre achei que comprar carro é o pior investimento que se pode fazer, que me perdoem os vendedores , que nesta altura estão a passar por uma crise dos diabos, eles e o povinho todo.

 

Entretanto o meu quatro rodas vai dando alguns problemas que periodicamente me fazem desembolsar alguns tostões, quando menos espero.

O último foi ter de colocar um alarme novo, já que o antigo foi à vida e lá vão voar 300 euros.

O regulador de espelhos pifou, mas enquanto me for possível regulá-los com as mãos , vou andando.

Ficava mais bonitinho se eu resolvesse dar-lhe um banhinho, ficava como novo, mas para quê? Deixa andar, eu também gostava de ter agora vinte anos , mas não há banho que me valha.

 

Entretanto enquanto estava sentada aqui li no blog da Golimix este despacho e fiquei atónita. Então ando eu e muita gente a penar, a poupar, a deixar de usufruir de pequenos prazeres e estes gajos têm direito a tudo e mais alguma coisa?

 

Alguém quer participar num assalto comigo? Aceitam-se inscrições. Depois comunico a hora e as estratégias, ok? 

 

"*Despacho n.º 1/XII --Relativo à atribuição ao ex-Presidente da Assembleia
da República Mota Amaral de um gabinete próprio, com a afectação de uma
secretária e de um motorista do quadro de pessoal da Assembleia da
República.
Ao abrigo do disposto no artigo 13.º da Lei de Organização e Funcionamento
dos Serviços da Assembleia da República (LOFAR), publicada em anexo à Lei
n.º 28/2003, de 30 de Julho, e do n.º 8, alínea a), do artigo 1.º da
Resolução da Assembleia da República n.º 57/2004, de 6 de Agosto, alterada
pela Resolução da Assembleia da República n.º 12/2007, de 20 de Março,
determino o seguinte:
a) Atribuir ao Sr. Deputado João Bosco Mota Amaral, que foi Presidente da
Assembleia da República na IX Legislatura, gabinete próprio no andar nobre
do Palácio de São Bento;
b) Afectar a tal gabinete as salas n.º 5001, para o ex-Presidente da
Assembleia da República, e n.º 5003, para a sua secretária;
c) Destacar para o desempenho desta função a funcionária do quadro da
Assembleia da República, com a categoria de assessora parlamentar, Dr.a
Anabela Fernandes Simão;
d) Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso
pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República;
e) Encarregar da mesma viatura o funcionário do quadro de pessoal da
Assembleia da República, com a qualificação de motorista, Sr. João Jorge
Lopes Gueidão;
Palácio de São Bento, 21 de junho de 2011
A Presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção Esteves.
Publicado
DAR II Série-E -- Número 1
24 de Junho de 2011*"**

Sugestão para os assaltantes

 
 
 
 

 Imagem roubada da net

Actualmente há dois tipos de assaltos, aqueles em que nos entram em casa, no carro, que com um esticão nos levam a carteira... próprio do típico assaltante que faz e sempre fez parte da sociedade e o assaltante político que se apossa de parte do nosso vencimento, que aumenta os nossos impostos e que nem precisa de disfarce; tem acesso directo aos meios de comunicação e sem meias medidas, sem pena nem agravo, faz o saque como bem lhe apetece e os efeitos sentem-se todos os dias.

Dos primeiros há quem tenha a sorte de se livrar, dos segundos ninguém se livra.

 

E já que os ladrões também sentem a crise e estão por aí a roubar cada vez mais o desgraçado que tem um comércio aberto e mal ganha para subsistir deixo uma lista bem mais aliciante de possíveis alvos...ora espiem lá:

 

os rendimentos de 15 políticos portugueses antes e depois de passarem pelo Governo (gráfico animado).

 

E enquanto estava sentada aqui a olhar para estes números vergonhosos, lembrei-me de um ditado bem velhinho:

Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão.
 

Sentaqui na cozinha

Nunca falei de culinária mas hoje como se comemorou o Dia Mundial da Alimentação e tive o meu descendente bem acompanhado cá em casa, resolvi fazer um prato que não fazia há muito e ainda dei por mim a fazer uma sobremesa , coisa rara, já que doçaria raramente se come, não por não gostar, mas as calorias que isso pode acrescentar, mais tarde podem custar caro e como se costuma dizer, um minuto de prazer na boca e seis meses...noutro lado , nada conveniente.

 

Fui um dia a um restaurante aqui da zona e comi arroz selvagem com legumes e camarão. Vim para casa e experimentei, saiu muito bem e até já se diz aqui em casa que é melhor que o de lá, enfim, exageros de quem gosta de nós.

 

Não tenho jeito nem sei colocar aqui quantidades como costumo ver na blogosfera em óptimos blogues de culinária e não só.

 

Basicamente tudo começa com azeite alho e cebola que depois de aloirados se juntam vários legumes já cortados em pedaços pequenos e aqui vale tudo o que estiver no frigorífico...courgette, cogumelos frescos, cenoura, tomate e tudo fica ali a estufar lentamente. Depois de macios acrescento o arroz selvagem que frita com os legumes e no fim acrescento a água. Quase a terminar adiciono os camarões descascados picante e afino o sal.

Os camarões da foto foi para ficar mais bonito, porque se há coisa que eu detesto é estar a comer e ter de lambuzar as mãos , para os descascar.

Normalmente faço uma salada de rúcula, como não tinha, fiz alface.

 

A sobremesa fiz em cinco minutos. Dois iogurtes naturais, um fio de mel, meio limão espremido, adoçante líquido e frutos silvestres, neste caso amoras e framboesas. É desenjoativo fresco e não tem muitas calorias.

 

 

 

 

E agora sentada aqui estou a ver se faço a digestão, porque normalmente nunca como assim ao jantar, mas dias não são dias.

Adeus subsídios, adeus férias

 

Há uns anos a esta parte tenho poupado e contado com o dinheiro do meu subsídio de férias e Natal para fazer uma daquelas viagens de sonho.

Viagens caras sem dúvida, mas têm sempre marcado de forma especial a minha vida e nunca dei o dinheiro como mal gasto.

A agência que as organiza é de uma competência excepcional, o grupo onde vou integrada é constituído por pessoas abertas, bem formadas e com quem tenho já fortes laços de amizade.

 

São viagens programadas com meses de antecedência e é-nos dada a possibilidade de as pagarmos em três vezes.

Tudo é pensado ao pormenor e nada é deixado ao acaso. O nosso guia, rapaz calmo, sensato,  tenta sempre com muita paciência resolver os problemas dos mais exigentes.

 

Oito dias num safari na Tanzânia e outros tantos em Zanzibar, Malásia, Singapura, Kuala Lumpur, Malaca, Bornéu, Nova Iorque, Niagára, Toronto, Lapónia foram alguns dos destinos já percorridos nas condições que referi acima.

 

A 5 de Novembro partirei de novo para mais um destino com que sempre sonhei, um local mágico cheio de histórias ancestrais e que durante anos povoou os meus sonhos. Acredito que nada é por acaso e esta é a viagem ideal para colocar um ponto final nestas minhas andanças, já que com os cortes anunciados ontem pelo 1º ministro, não tenho dúvidas que será o último ano que poderei contar com este pequeno luxo.

 

O roubo de que fui alvo, eu e  todos os portugueses vai certamente determinar mudanças de hábitos e todos ficarão a perder. Apenas com este pequeno exemplo podemos já deduzir que o turismo vai sofrer uma forte recessão, perdem as agências e quem nelas trabalha, as companhias de aviação, a hotelaria, os comerciantes e todos os que sobreviviam desta actividade.

 

Resta-me ficar sentada aqui a rezar para que o dinheiro chegue pelo menos para o essencial e vou-me contentando a deambular pelos arredores, de farnel às costas e sem pretensões a grande prazeres.

 

Este fim de semana, por exemplo vou ficar aqui por perto a assistir aos preparativos do campeonato mundial de surf e no Domingo irei fazer uma meditação colectiva com um grande mestre na Papôa (Peniche) , pode ser que isso ajude a esquecer a escuridão em que estamos mergulhados e me dê ânimo e coragem para continuar por aqui.

 

Apesar da tristeza que nos invade que isso não seja impeditivo para que tenham um bom fim de semana, sol vamos ter, pelo menos a ele não vão conseguir cortar os seus rais de luz.

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