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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Memórias fotográficas

A entrega dos Óscares já lá vai e muito já se falou e escreveu sobre o assunto, mas enquanto olhava para certos actores e actrizes que vi há muito em filmes em que a juventude, o glamour, lhes estava estampada no rosto, pensei que apesar do envelhecimento natural, nada lhes  tira as qualidades dos grandes senhores e senhoras do cinema.

 

Recordei o maravilhoso capitão Von Trapp que apesar dos seus 82 anos ganhou uma estatueta e ver a Meryl com os seus sessenta bem assumidos, continua a ser uma mulher com um talento notável e nestes ou noutros casos, não são as rugas e a idade que impedem que mostrem as suas qualidades profissionais, já não não falo das pessoais porque não convivo com eles, apenas poderia especular e arriscava-me a fazer maus juízos.

 

Vem toda esta conversa a propósito da fotografia e da minha relação com a máquina fotográfica.

 

Tudo começou há umas dezenas de anos atrás.

 

Quando o tio Manuel vinha passar uns dias de férias lá a casa, os quatro sobrinhos ficavam radiantes, não só por ser uma pessoa de trato fácil e carinhoso, mas porque à tiracolo trazia sempre a sua máquina fotográfica, uma Kodac prateada, envolta num estojo de couro castanho.

 

Nunca nenhum de nós se atrevia a tocar-lhe, mas sabíamos à partida que íamos ter uma sessão que era feita quando e onde ele entendesse.

 

Eu, a mais velha de quatro irmãos e única rapariga, fui sem dúvida a mais fotografada e já nessa altura sem que tivesse consciência disso fazia pose e a mãe vestia-me as fatiotas mais bonitas. No jardim no meio das flores, em cima da velha Zundapp 250 do pai, à janela, ao portão, tudo servia de cenário para uma bela foto que só voltaríamos a ver meses mais tarde quando ele voltasse com elas já reveladas.

 

Os anos passaram, a vida mudou, cresci, comecei a trabalhar e fui comprando umas maquinetas dessas simples para atestar alguns momentos mais importantes da minha vida.

 

Lembro-me que numa certa altura fiz parte de um grupo de amigos que faziam caminhadas e um dos elementos tinha um maquinão, que hoje penso fosse uma Nikon e fazia-me alguma impressão quando ele parava junto duma flor e demorava imenso tempo para tirar uma simples foto. Na altura, nada perguntava, hoje sei que se tratavam de belas macros que depois me enviava por mail.

 

Por tudo isto e sem que desse por isso o bichinho da fotografia foi-se instalando até que sem perceber nada do assunto resolvi comprar uma máquina a sério antes de fazer uma grande viagem.

 

E hoje sentada aqui e olhando para as fotos dos meus álbuns de infância, recordo e agradeço a quem me tem ajudado e ensinado o pouco que sei  e o muito que quero saber....mas disso talvez fale um dia num outro post.

 

Agora tenho sempre comigo  a minha amiga inseparável que sabe-se lá porquê está sempre pronta a disparar porque existem olhares que não quero esquecer.

 

 

O crime - cortam-se ávores, nasce o betão,

 

A Quinta do Bom Sucesso situada na margem sul da Lagoa de Óbidos, pertence a três famílias.

Em tempos idos era coberta por umas dezenas largas de hectares arborizados com pinheiros e eucaliptos.

 

Em 1972 um belga descobriu a zona e negociou com um dos proprietários uma parte da quinta situada junto das margens da lagoa, uma zona de excelência.

Com a chegada dos belgas, deu-se início a uma viragem no aspecto da paisagem e as pessoas que só tinham acesso à margem sul atravessando a lagoa de barco, caso estivessem na Foz do Arelho, viram a vida facilitada quando eles construíram um troço de 11 km de estrada que ligava a margem da lagoa à aldeia mais próxima. Os pescadores, agricultores e pessoas que gostam da natureza viram as suas vidas facilitadas com o novo acesso.

 

Venderam-se alguns lotes de terreno, construíram-se algumas casas, mas nada que alterasse substancialmente a paisagem, pois tudo ficou com um ar primitivo.

 

Com o 25 de Abril e dadas as dificuldades económicas que se viviam na altura os belgas resolveram partir.

 

Continuaram-se a construir mais umas casas aqui e ali e durante anos o sossego, a paz e a tranquilidade do lugar continuou.

 

Há uns anos a esta parte, mais uns pedaços da quinta foram vendidas a empresas estrangeiras.

 

Nasceram assim várias urbanizações, o betão começou a tomar conta da paisagem, mas ainda existia uma parte arborizada, existia....mas já não existe.

 

Mais uma empresa decidiu começar o corte desenfreado das árvores que restavam para talvez daqui a uns tempos, nascerem, mais casas, mais ruas e quem sabe o 4º campo de golfe da zona.

 

E hoje é com uma enorme tristeza que sentada aqui revejo as fotos que tirei nesta tarde de sol, em que o meu coração escureceu.

 

Enquanto se assiste ao nascer de muitas organizações nacionais e internacionais para reflorestar o planeta, por cá faz-se exactamente o contrário.

 

Fala-se e vive-se uma enorme crise financeira, mas a maior delas todas é a crise de valores.

Um poema para vos desejar um óptimo fim de semana

 

Nunca tinha ouvido falar de Pablo Neruda, dos poemas dele nem sonhava que existissem.

 

Um dia um amigo, numa altura difícil da minha vida enviou-me este poema e foi como que um clarão de luz tivesse iluminado o que andava escondido. Andei durante muitos anos convencida que o poema era dele, até que um dia li aqui, que afinal pertence a Martha Medeiros, seja como for foi e continua a ser um poema marcante na minha vida.

Deixem que sentada aqui o partilhe convosco e sintam que talvez nalgum dos versos se identifiquem se revejam e reforcem toda a capacidade de luta que todos temos e que por vezes está camuflada e que haja coragem de mudar, de ousar, de arriscar, de virar a mesa, de gritar e de nos recusarmos a morrer lentamente.

 

Esta foi a forma mais sentida de vos desejar um bom fim de semana.

 

Quem morre?

Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco
e os pingos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.


A quinta mudou e ela também

Foto de SENTAQUI

 

Passaram-se muitos anos desde aquele dia de Novembro de um ano de mil e novecentos qualquer.

O dia que devia ser de chuva para ser um casamento abençoado, contrariava o dito e o sol brilhava como nunca.

Entrou na igreja pelo braço do pai que se sentia feliz por ir entregar a sua única filha a alguém que daí para a frente iria tomar conta dela, amá-la, ser-lhe fiel na saúde e na doença até que a morte os separasse.

Sabia que a partir daquele momento a preocupação de ter uma filha que podia ser desviada por maus caminhos iria definitivamente acabar.

 

Ela miúda franzina, com olhar de criança, de brilho nos olhos e ainda inconsciente do ato que ia praticar deixava-se ir na onda de felicidade e na contemplação de olhares de admiração dos curiosos que ainda mal a conheciam.

Deixou-se embalar pelos abraços, beijos e votos de felicidades e quando os dois já enlaçados partiram para uma vida nova que, pelo menos ela, esperava que fosse como tinha lido nas histórias de príncipes que têm sempre finais felizes.

 

As fotos foram tiradas naquela quinta coberta de eras, de porta sumptuosa, de jarrões de barro espalhados pelos jardins.

O pôr do sol foi testemunha do enlace e as poses sucediam-se conforme as ordens do fotógrafo. Mão na mão, olhos nos olhos, sentados, olhando embevecidos um para o outro ficaram os registos de um dia que deveria ser igual a tantos outros pela vida fora.

 

Um destes dias ela lembrou-se de voltar de novo à quinta, viu-a do lado de fora, as árvores centenárias tinham sido cortadas e outras de menor porte tinham sido plantadas e o chão coberto de flores campestres foi substituído por relva cuidadosamente aparada, as eras foram arrancadas, as paredes foram pintadas de branco com uma barra amarela na base e o portão, outrora sempre aberto, estava fechado.

 

Ficou ali alguns minutos a contemplar e a recordar o que sentiu naquele dia e confrontou o passado e o agora.

E hoje, sentada aqui, tal como a quinta que foi renovada, também ela mudou, transformou-se, é outra mulher, sem sonhos, consciente de que tal como na quinta ela também tinha mudado, mas o sol apesar de tudo continuava a brilhar, indiferente aos anos, enganos e desenganos, como se fosse um sinal que aconteça o que acontecer, há sempre fios de luz de que um dia de um ano qualquer lhe devolverão a esperança de que voltará a ser feliz.

 

 

Por detrás das câmaras

 

Sempre achei que devia ser interessante o que se passava por detrás de uma câmara de televisão, uma coisa é ver o produto já pronto, outra é ver como é confeccionado.

 

Finalmente tive essa oportunidade, já que a minha amiga Rosinda foi convidada para o programa da "Querida Júlia" para fazer uma das suas receitas, é uma cozinheira de mão cheia, ver o seu desempenho até parecia que tinha feito aquilo toda a vida e teve a gentileza de me convidar para a acompanhar.

 

A Sic fez-nos o favor de oferecer a estadia num hotel da capital e às 9 da manhã lá estava o chauffeur para nos levar para os estúdios.

 

Fomos simpaticamente recebidas, guardámos as nossas coisas num local próprio e fomos para a sala de maquilhagem. À partida devia ser só a participante que deveria  ser maquilhada, mas a menina foi simpática e encheu-me também a cara com betume. Parecíamos duas palhaças, mas o certo é que na Tv, o tom de pele é muito importante. 

 

Entrámos finalmente no estúdio e faziam-se os últimos preparativos. A Júlia é bem mais magra do que parece, a voz não é tão esganiçada e estava nervosa porque lhe tinham dado um vestido que se colava ao corpo e que não a fazia sentir confortável.

 

Câmaras grandes, pequenas, fios, muitos fios espalhados pelo chão e uma plateia de espectadores já habituais que ganham dez euros para baterem palmas sempre que o rapaz faz sinal, ora para parar ora para aplaudir.

 

Fiquei impressionada com a coordenação que tem que existir, com o improviso que de vez em quando é necessário e com a mudança de cenários, conforme iam mudando os convidados. Não há dúvida que é preciso talento, imaginação, humor e conhecimentos para que tudo saia bem e nisso a Júlia é mestre.

 

Mestre também é minha amiga e é no blogue "As minhas receitas", que muitas vezes me inspiro para fazer os meus cozinhados.

 

E agora fico sentada aqui a rever os vídeos de uma experiência inesquecível.

 

 

 

 

 

Origem do Carnaval

Apesar de não gostar da época carnavalesca, reconheço que é bom que nem todos pensem como eu e se divirtam, que dêem asas à imaginação, descomprimam e deixem saltar cá para fora toda a alegria e brincadeira que esta data proporciona.

 

Tempos houve em que também eu alinhava nestas coisas e era sempre com entusiasmo que tentava escolher a fatiota. Lembro-me até de já com 20 anos, me mascarar de menina da escola, trancinhas, batinha branca, sapatinhos rasos, maleta e umas bochechas bem rosadas, fui com um grupo para uma colectividade. Quando cheguei à bilheteira para comprar o meu bilhete o senhor disse:-A miúda não paga! Foi risota geral, mas o certo é que entrei de borla.

 

E hoje como estou sentada aqui sem qualquer máscara lembrei-me de ir procurar as origens deste evento.

 

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C.. É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "carnaval". Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.  A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleães Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsínquia, capital da Finlândia.

O carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como o maior carnaval do mundo. Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo. (informação tirada daqui)

 

Para os que gostam do Carnaval desejo que se divirtam e que pelo menos hoje esqueçam outros carnavais que não nos fazem rir.

 

 

52 dicas para começar a poupar

 

 

 

A revista Visão apresenta-nos um gráfico deveras interessante para que possamos continuar a poupar.

 

Quem tiver paciência vá lendo cada uma delas, eu sentada aqui, já vou na décima terceira que diz para abastecer o carro na parte da manhã, ou à noite, já que a gasolina nas horas mais frescas é mais densa, pagamos menos e levamos mais, esta vem mesmo a calhar, tenho a viatura na reserva e ou a alimento bem cedinho, ou ela deixa-me apeada.

 

Já fiquei a saber que poupo dezoito euros por mês em café, porque só o tomo em casa, nada mau.

 

Pena que existam ali dicas que são impossíveis de colocar em prática por alguns, sobretudo a que diz para se fazer uma poupança todos os meses, claro que pensei logo nos desgraçados que vivem com pensões de miséria e vão poupar em quê?

 

 

 

O Clooney tem insónias!!!!!

 

Se não tivesse lido aqui não acreditava.

 

Que já tenha snifado cocaína, isso não me admira nem é caso para espanto, até porque afirma não ser viciado, que se meta nos copos de vez em quando, pois deve ser para esquecer algum amor, ou para esconder mágoas, ou como ele diz acha divertido. Que já tenha sido infiel também não é para  admirar já que não é preciso ser actor para trair e confessa que até já foi traído...agora o que verdadeiramente me deixou atónita, foi esta carinha laroca  sofrer de insónias,  deitar-se às 22 horas e levantar-se cinco vezes durante a noitee sentir-se sozinho não, não é normal.

 

Tivesse ele dado um saltinho a Portugal e não faltariam portuguesas para lhe tirarem as insónias, a não ser que o problema seja outro e que não haja portuguesa, italiana, francesa ou tailandesa que lhe valha.

 

Eu acho tudo muito estranho e sentada aqui, pela parte que me toca fica logo rejeitado à partida o meu interesse pelo galã, já que aqui a Maria que gosta de se deitar tarde e a más horas, acordava mal sentisse o barulho do autoclismo, para já não falar doutros sons mal cheirosos.

O Cupido anda sem pontaria

Fosses tu para um campo de treino e praticasses um pouco mais, já seria uma boa forma de não andares por aí a disparar setas à toa.

 

Andas sem pontaria, distraído e brincar com coisas sérias, não gosto , sabias?

 

A tarefa de que foste incumbido está a passar as regras do bom senso e parece que gozas com isso.

 

És um inconsciente e nem imaginas os danos e estragos que causas.

 

Fazes com que sangrem muitos corações, alteras emoções, crias ilusões e és convencido...sim porque pensas que estás a fazer um bom trabalho.

 

Nem uma tua acertas cá para os meus lados. Como se isso não bastasse fazes-me crer que apontaste para alguém que julgas ser a pessoa certa...como te enganas! Andas todo trocado e fazes com que eu me convença que é desta.

 

Arrisco fiando-me nas tuas boas intenções e saio a perder. Acertaste em mim, não acertaste nele, ou acertaste nele e esqueceste-te de mim.

 

Pára um bocadinho, pensa, não sejas impulsivo e não desbarates os teus dotes por aí, juntando quem não quer estar junto e separando quem gostava de estar unido.

 

Hoje sentada aqui, sempre quero ver se pelo menos hoje te vais esmerar no teu desempenho, se continuares a fazer bagunça vou fazer queixa aos deuses e já sabes que as consequências podem ser desastrosas, quem sabe se não te tirarão a tua amada e aí então é que tu vais ganhar tino e perceber que isto do tiro ao alvo não é desporto para brincadeiras.

 

 

 

Adele-o talento que vence

Uma voz, uma interpretação, uma postura diferente. Sem preconceitos, aceitando-se tal como é.

 

Indiferente a modas, a plásticas e sem  preocupações com a sua figura gorducha, é como é, tão simples como isso.

 

E a recompensa pelo excelente trabalho chegou. Ganhou tudo o que havia para ganhar, arrecadou seis Grammys.

 

Não vale a pena estar a descrever como foi, está tudo nesta notícia que é uma lufada de ar fresco e nos faz esquecer momentaneamente a morte de Whitney. Curioso contudo, estes meandros da vida, morre uma estrela para logo a seguir nascer outra, nada é por acaso.

 

E como sou uma admiradora de música que me enche a alma e que me desperta emoções, fico sentada aqui a ouvir Some one Like You

 

 

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