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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

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"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

As escandalosas práticas do banco do Vaticano

 

Esta é uma das imagens que tem aparecido frequentemente no facebook. Inicialmente não atingi a dimensão da mensagem, até que, por coincidência, comprei a revista Sábado e o grande título da capa era: Os negócios obscuros do banco secreto do Vaticano. Li atentamente as cinco páginas deste artigo e pasmei ou melhor fiquei chocada.

 

A maior parte das palavras que vou aqui escrever são o somatório do que mais me impressionou e me deixou a pensar que a igreja católica, deveria ser exemplo de transparência, justiça e estar ao serviço dos mais necessitados, dos que nada têm, dos que passam fome por esse mundo fora, caso houvesse coerência entre o que pregam e o que na realidade fazem nos meandros obscuros do Vaticano.

 

O extenso artigo escrito pela jornalista Isabel Lacerda dá conta do pior e mais bem montado esquema de lavagem de dinheiro, ligações à máfia, contas sem titulares, contas encriptadas com nomes de código ou apenas números, em que não se sabe como descobrir os titulares das contas, qual é o activo ou lucro anual, tudo isto porque o Banco do Vaticano, considerado dos mais obscuros do mundo pertence a uma cidade-estado independente e que não pode ser alvo de auditorias externas, nem sequer é auditado internamente. De 10 em 10 anos destroem todos os registos do banco.

Concluindo, o banco do Papa funciona como um autêntico offshore no coração da Itália e da Europa.

 

Fiéis de todo mundo alheios a estas máfias continuam a contribuir com os seus donativos que somam a módica quantia de 53 milhões de euros. Felizmente nunca contribui nem contribuirei com um cêntimo para este peditório e espero que muitos deixem de o fazer depois de virem a lume tantas escandalosas actividades.

 

Fui educada segundo os princípios da religião católica, assídua praticante enquanto criança e jovem e actualmente completamente ausente de práticas que hoje mais que nunca deixam de fazer sentido, perante o conhecimento de tão abomináveis esquemas, por quem deveria ser um exemplo daquilo que me ensinaram... e sem peso na consciência fico sentada aqui a pensar nos donativos que faço tensões de dar directamente àqueles que mais necessitam e me estão próximos, recusando-me a pactuar com falsos moralistas, ladrões, corruptos e violadores dos princípios  e valores fundamentais da religião cristã.

 

 

Amizade colorida, a preto e branco ou sem cor?

Foto de Sentaqui

 

Antes de falar sobre amizade colorida fui ver a definição da mesma e diz assim:

 

"Segundo o dicionário Houaiss, amizade colorida é um relacionamento amoroso e sexual, geralmente passageiro, sem compromisso de estabilidade ou fidelidade. Ou seja, é uma espécie de relação aberta em que pode existir uma intimidade física entre as pessoas, bem diferente de uma amizade tradicional — também chamada amizade preto-e-branco".

 

Nunca entendi nem concordo com o nome dado a uma amizade onde não se criam laços, onde tudo é passageiro, onde não há compromissos e  como se isso não bastasse ainda lhe chamam colorida.

 

Aqui a Maria, talvez retrógrada ou chamem-me o que quiserem, não encaixa neste conceito e aproximações com este objectivo são logo postas a milhas, é como se se tratasse de um produto descartável, serve para hoje porque apetece, amanhã logo se vê, se aparecer outra cor mais florescente troca-se ou alimentam-se duas três ou as que forem possíveis.

 

Considero-me uma pessoa de mente aberta, mas não tanto que me dê ao luxo de andar a saltitar de cor em cor ao sabor de primaveras camufladas.

 

Gosto da cor das amizades que crio, daquelas a que erradamente chamam de preto e branco, essas sim, são arco-íris que brilham no meu caminho e cá estou eu para as receber de braços abertos, dedicando-lhes toda a atenção e carinho que merecem e prezando valores que me incutiram sobre o valor de uma verdadeira amizade.

 

Gosto dos meus amigos, faço tudo por eles, esquecendo-me tantas e tantas vezes de mim, mas sem nunca me anular, nem cometer a loucura de misturar contactos físicos com gestos genuínos, sinceros e que fazem despertar as nossas emoções mais sinceras.

 

E lembro-me sempre quando penso neste assunto e agora que estou sentada aqui, de um velho ditado: " Se queres perder um amigo vai para a cama com ele." Posto isto, como não quero perder nenhum dos meus amigos que fui ganhando ao longo dos anos, fico-me pelas palavras, pelos desafabos, pela cumplicidade, pelo saber estar, ouvir e nunca me arrependi de ser assim, pintem lá a amizade com as cores que quiserem, ela para mim não tem cores especiais, é simplesmente incolor, inodora, mas muito gostosa quando verdadeira.

 

 

Sou uma optimista e o resultado está aí..ganhámos

Foto de Sentaqui

 

Os espanhóis costumam dizer que não gostam de ver bons começos aos filhos esta frase apliquei-a desde o primeiro momento, logo que vi Portugal  perder frente à Alemanha.

 

Acreditei sempre que tínhamos hipóteses apesar do primeiro desaire.

 

Criticou-se severamente o CR7 e muitos estarão a torcer a orelha. Ele tem feito jus ao título de melhor jogador do mundo. Embora seja um jogo em que toda a equipa tem mérito, não tenhamos dúvidas do talento que ele tem.

 

Portugal está nas meias finais, está entre as melhores selecções e eu sentada aqui continuo a acreditar no trabalho desta grande equipa e que temos hipótese de chegar longe.

 

Viva Portugal!!!

 

 

A Maria de calças rotas

Foto de sentaqui

 

Não costumo falar muito da minha vida privada, nem deter-me em detalhes que acho banais, não vejo interesse nisso, apesar de já me terem sido lançados desafios que na hora me são impossíveis de concretizar ou porque a minha inibição me impede de fazê-lo.

 

É evidente que se escrevo transmito sempre algo de mim, pelo menos do que penso sobre determinados assuntos. Hoje resolvi abrir uma excepção à regra e falar do que visto, como visto e o que me leva a escolher certo género de fatiotas, tudo por causa de umas calças rotas que comprei já assim, não por algum azar que tivesse acontecido.

 

Não sou mulher de fatinhos saia/casaco, a não ser em ocasiões muito formais.

Adoro vestidos e escolho sempre os que mostram apenas e só o joelho, nada de minis.

Sapatos, são o meu calcanhar de aquiles, já experimentei comprá-los rasos, mas chego ao final do dia com uma dor terrível nas costas, por isso opto sempre por andar empoleirada em saltos onde já provei ser uma exímia equilibrista, seja no piso mais bem asfaltado, ou numa calçada medieval.

Gosto de decotes, não exagerados, que tento disfarçar com uma écharpe que dá sempre um certo glamour e me vai escondendo as rugas que vão nascendo em velocidade supersónica no meu pescoço.

Calças de ganga são óptimas quando não sei o que hei-de vestir.

Túnicas bem coloridas são por vezes disfarce para alguma banha que surge depois de uma semana de grandes comezainas.

Brincos, pulseiras, colares são acessórios que não dispenso e mala que convém ser grande porque uma senhora tem mil e uma coisas que inventa para lá colocar.

 

Já dá para perceber que não sou daquelas pessoas certinhas e direitinhas e reconheço que a minha maneira de vestir não reflecte a idade que tenho e não obedece a padrões que muitos julgam ser os mais apropriados, não que queira esconder seja o que for, sou mesmo assim e pronto, não há volta a dar.

Vem tudo isto a propósito de uma chamada de atenção feita por alguém que julgo tê-lo feito com a melhor das intenções quando me viu vestida com as minhas rotas calças de ganga, em que frisou que devia ter algum cuidado com a maneira como me visto, porque podia dar uma imagem muito diferente da pessoa que sou.

 

Fiquei sentada aqui a matutar nas palavras que escutei atentamente e na altura ouvi e calei, mas hoje depois de digerir certas críticas à minha maneira de ser e de estar, pergunto-me se será justo avaliar uma pessoa pelo que veste; quem o faz está mais preocupado com as aparências do que com o "Ser", e decidi continuar a usar as minhas calças rotas, sem que isso me incomode ou me faça alterar a minha maneira de estar e pensar na vida.

 

Estou consciente que não sou nenhuma árvore de natal enfeitada  e se há quem não goste porque não se dá ao trabalho de descobrir o ser humano que está por detrás dum vestido, dum decote, de uns saltos altos... é sinal que tem uma mentalidade mais esburacada que as minhas calças.

 

 

 

Sobre as passadeiras de peões

Foto de sentaqui

 

Já não é a primeira vez que apanho um grande susto quando alguém atravessa uma passadeira daquelas às riscas estilo zebra espalhadas pela cidade, sem qualquer tipo de sinalização prévia.

 

Só nas grandes cidades onde há semáforos não há que enganar, só obedecer aos sinais.

 

Se há regras para quem conduz também as há para os peões, mas parece que estes últimos muitas vezes acham que atravessar de qualquer maneira é um direito que lhes assiste.

 

Eu aprendi, que antes de atravessar devia olhar para um lado e para o outro e com segurança atravessar.

 

Agora vai uma pessoa descansada e concentrada na condução, quando de repente há uns espertinhos que se lembram de se atirar para a estrada na passadeira pensando que se forem atropelados a culpa é do condutor, e é vê-los a aparecer no meio de dois automóveis, sem olharem, sem o mínimo de cuidado e aí vão eles, os condutores que lhes adivinhem as intenções e tenham sangue frio para travar a tempo.

 

E ainda hoje sentada aqui, me estou a lembrar duma donzela que em passada larga e apressada se lembrou de atravessar à minha frente obrigando-me a uma travagem daquelas que até os pneus chiaram.

 

Pensam que olhou? Que pediu desculpa? Não senhor, foi como se estivesse cega e surda.

 

Haja paciência, eu só penso no dia em que alguém fica transformado em zebra debaixo do meu carro.

 

 

 

Castelo de sons

Foto de Sentaqui
 

Gosto de assistir a bons espectáculos, sejam eles de música, teatro, bailado, concertos, exposições de pintura, enfim tudo o que me possa enriquecer e que possibilite a apreciação de quem, com muito esforço e trabalho, consegue exprimir através da arte os seus talentos.

 

Erradamente pensava que cultura só acontece nas grandes cidades e a prova que isso não é verdade chegou há dias quando me convidaram para ir ao castelo de Leiria (a cidade que me viu nascer), assistir a um concerto onde jovens da Escola Superior de Música de Lisboa se apresentavam com um concerto de música do século XX e XXI apenas com instrumentos de sopro( flauta, oboé, clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone e saxofone).

 

Inicialmente não achei interessante este tipo de música, mas quando ouvi o apresentador dizer que era preciso alguma inteligência musical para apreciar este estilo, caí em mim e pensei cá para os meus botões...não tens o QI do Einstein, mas também não és tão burra assim e toca de descobrir em cada som, ora individual ora colectivo, que saía dos instrumentos daqueles jovens talentosos e a admiração por tão excelente desempenho foi aos poucos tomando conta de mim. Neste processo de aprender a aprender a gostar ajudou o facto de na plateia estarem dois casais com dois filhos cada um, em que nenhum deles tinha mais de seis anos e que apesar do adiantado da hora nem mexiam de tão absortos que estavam.

 

Lá mais para o final do espectáculo já eu aplaudia de pé.

 

Muitos outros espectáculos se seguirão até 5 de Outubro entre as muralhas do castelo neste ano de 2012, oferecendo um conjunto de novas iniciativas dedicadas às pequenas e médias formações instrumentais num formato que se poderá aproximar do que habitualmente se designa por ciclo de Música de Câmara.

 

Estou sentada aqui a pensar no dia que voltarei, mas desta vez de tripé e máquina fotográfica na mão, porque a visão de Leira iluminada é qualquer coisa de sublime.

 

Já me tinha esquecido que a minha cidade natal tem tudo para que me orgulhe de lá ter nascido e depois de ver um vídeo que aqui deixo, do que lá se passou no dia 22 de Maio, mais orgulhosa fico.

 

 

 

Sintomas de hiperactividade

Foto de sentaqui

 

Fala-se muito sobre crianças hiperactivas e conheço alguns casos na blogosfera de pais que têm filhos com esta doença.

 

Por vezes confunde-se (PHDA) Perturbação da Hiperactividade com Défice de Atenção, com crianças naturalmente irrequietas por causas reais.

 

Enquanto estava sentada aqui a ler e fazer as minhas investigações, deparei-me com um artigo da psicóloga Vera Lisa Barroso que ajuda a distinguir quem é portador da doença e quais os sintomas. Um artigo muito bem escrito e muito esclarecedor, sobretudo para os educadores que têm dúvidas.

 

Escreve ela:

 

"A Perturbação da Hiperactividade com Défice de Atenção (PHDA) é um tema de grande controvérsia: um pesadelo para a criança que sofre... A situação é igualmente difícil para aqueles que a rodeiam.


Esta perturbação é mais comum do que pensamos e extremamente difícil de gerir para os pais, que muitas vezes não sabem como ajudar a criança a acalmar-se!
É difícil reconhecer um filho inquieto como sofrendo de PHDA. O diagnóstico é baseado em critérios específicos, abrangendo tanto o défice de atenção como a própria hiperactividade.

Sinais que poderão ser indicadores de uma possível PHDA no seu filho:


• Está sempre inquieto;
• Está constantemente com arranhões e contusões;
• Sempre que está sozinho, algum problema acontece;
• É difícil de o controlar quando está em contextos sociais;
• Na escola é muito perturbador e sofre de falta de concentração;
• Parece indiferente ao perigo e em correr riscos desnecessários;
• Não consegue manter sua atenção focada num ponto preciso mais do que alguns minutos;

  • Não consegue concentrar-se em tarefas e brincadeiras – inclusivamente dificuldade em esperar pela sua vez nos jogos com os pares;
  • Parece que não ouve nada o que lhe dizem e depois interrompe com facilidade o discurso dos outros;
  • Perde objectos e os seus pertences com grande facilidade.


Existe essencialmente uma base comum entre a hiperactividade e as irrequietudes infantis: a incapacidade de ter calma e dificuldade em manter o foco!


Existem as crianças naturalmente inquietas, não por causa de uma doença real, mas por vezes devido a uma educação inadequada, onde as crianças não aprenderam a gerir as suas emoções e são facilmente frustradas, o que provoca problemas específicos como a agressão. Outras vezes, a irrequietude da criança é uma reacção induzida por um evento pessoal ou familiar: divórcio, depressão num dos elementos parentais, entre outros.


O diagnóstico de PHDA com traço orgânico - de causas genéticas e emocionais - pode ser confirmado por testes neurológicos e o seu tratamento requer apoio a longo prazo.

E o que pode fazer já?

Em casa é imprescindível estabelecer limites, elogiar o seu filho sempre que consegue terminar uma tarefa, repetir o seu discurso todas as vezes que sejam necessárias, limitar os estímulos de forma a controlar a distracção e na sala de aula é importante que a criança se sente nos primeiros lugares e longe da janela.

A psicoterapia é a pedra angular do tratamento – um acompanhamento individual ou familiar, dependendo da causa da hiperactividade. Para tratar eficazmente esta perturbação, ainda que com o recurso a tratamentos farmacológicos, estes não devem ser utilizados sozinhos, mas sempre combinados com a psicoterapia, envolvendo o contexto familiar e o escolar."

 

 

 

Fora do jogo

 
Foto de sentaqui

Chegou o grande dia! A nossa selecção ia finalmente enfrentar a terrível Alemanha, que pelo que ouvi não foi assim tão terrível.

Ouvi, não vi. Sempre que há jogos importantes e apesar de não ser fã de futebol, é impossível ficar indiferente quando todos torcem e eu também pelos nossos, mas não consigo ver.

 

Fiquei no alpendre a conversar e a bebericar enquanto no interior da sala um grupo em silêncio e expectantes esperavam o primeiro golo.

 

Golooooooooooooo.....

 

Demos um pulo, queríamos ver a repetição.

 

Ohhhhhhhhhh...não foi, desilusão, foi por centímetros que a bola não entrou.

 

De vez em quando perguntava:

- Estamos a jogar bem?

- Sim, pena estarem com medo de avançar.

 

Apesar de estar fora do jogo, o nervosismo ia tomando conta de mim, tardava mais um grito, mais uns pulos, mais um brinde. O silêncio começava a ser enervante e o inesperado aconteceu.

 

Perdemos, mas não a esperança e eu vou ficar sentada aqui à espera de mais um grande jogo e com o optimismo de quem acredita que temos a possibilidade de vencer, sim porque a nossa selecção, a avaliar pelo que li e ouvi, não fica atrás de qualquer uma das outras.

 

 

 

Hoje em Óbidos a nossa Seleção fez furor

 

 

 

Apesar dos 30 graus, do tempo que convidava para ir até à praia, vi o meu dia cortado por diversos afazeres inadiáveis e praia nem pensar.

 

Eu que até nem sou grande fã de futebol, resolvi ir ver os craques da seleção que foram hoje a Óbidos em jeito de agradecimento pelo apoio dado durante o tempo de estágio nesta vila.

 

Sabia de antemão que ia meter-me no meio da confusão e não me enganei, mas arrisquei porque no meio disto tudo há sempre alguma piada.

Ele são as televisões que se atropelam entre fios e câmaras para ver quem consegue o melhor ângulo, são os gritos histéricos do pessoal quando vêem os meninos a descerem do autocarro e a montarem nas charretes para irem até ao centro da vila, são as pessoas que se mascaram com as vestimentas mais inusitadas em que o vermelho e verde predomina e hoje as crianças eram rainhas no meio do evento

 

Coloquei-me num sítio alto para conseguir algumas fotos e segui-os com alguma dificuldade pela R. Direita até chegarem à Praça de Santa Maria.

Aí houve discursos, música e aplausos a multidão estava ao rubro enquanto os repórteres estavam em todas as janelas que circundavam a praça.

Até o nosso Eusébio esteve presente e teve lugar de destaque.

Entretanto no meio da praça o grupo coral infantil e os guardas da GNR suavam em bica.

 

Acabados os discursos regressaram ao autocarro com o mesmo alarido anterior.

 

Entretanto no parque de estacionamento a Fátima Lopes fazia o seu programa em directo, penso que foi a parte mais engraçada no meio disto tudo.

Ver as meninas em trajes reduzidos a bambolearem-se no palco e a cantar as suas canções de qualidade duvidosa, mas do agrado de muitos e gostos não se discutem, foi interessante ver os bastidores de um programa.

 

Enquanto isto polícias em frente do autocarro com as suas motos a piscar preparavam a saída do autocarro da nossa seleção.

Eu segui-lhes as pisadas e abalei também, mas incógnita, ninguém deu por mim, caramba isto é injusto e sentada aqui penso que se calhar também merecia uma escolta policial.

 

 

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