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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Prova de vinhos

Depois de termos conhecido a cidade do Cabo e subido a Table Mountain, chegou a altura de visitar três quintas para conhecer o que de melhor se faz no que diz respeito a vinho na região

Fiquei espantada com o cuidado que era dado às vinhas que eram a perder de vista e as quintas belíssimas. Fomos tão bem recebidos que em vez de três , só conhecemos duas, porque provas feitas da parte da manhã com todo o tipo de vinhos acompanhadas com chocolate, fez um efeito que não estávamos à espera, conclusão, ficou tudo com a cabeça à roda e tivemos de antecipar o almoço numa dessas quintas. E que bem que soube provar os excelentes menus!

À sombra debaixo de toldos o perigo passou e ficámos muito bem tratados.

Ora apreciem...

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Ainda hoje sentada aqui ,lembro com saudade a simpatia de todos os que nos receberam, os bons vinhos, a óptima comida e é ao ver estas imagens que parece que sinto os sabores e os cheiros de uma viagem fabulosa.

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Subida a Table Mountain

Depois de conhecermos a parte baixa da cidade do Cabo, resolvemos subir a Table Mountain

 A Table Mountain, ou Montanha da Mesa, é uma grande montanha localizada na região central da cidade, com uma peculiar característica de ter seu topo num formato achatado, formando um planalto com cerca de 3 km de extensão e cercado por grandes penhascos. Facilmente visível de qualquer ponto da Cidade do Cabo, é uma das atrações turísticas mais visitadas do continente africano.

Subimos no teleférico e lá de cima a panorâmica da cidade era soberba.IMG_0857.JPG

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O mar, a cidade que parecia pequenina vista lá de cima e até o enorme estádio destacava-se no meio do casario.

Muitos turistas vindos de todo o mundo deliciavam-se com a paisagem, alguns até com ar bem castiço.
Andámos por entre as rochas e para qualquer lado para onde nos virássemos a vista era deslumbrante.
De vez em quando uns animaizinhos, que inicialmente me assustaram, os dassie, apareciam entre as rochas mas, eram inofensivos.
Entrámos num bar, quem quis comeu e bebeu e regressámos.

Foi um dos muitos momentos altos da visita.
Sentada aqui estou a recordar o que aconteceu do dia a seguir, esperem pelos próximos capítulos, a cena da visita a quintas vinículas não me sai da cabeça.

 

Cidade do Cabo- África do Sul

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 A cidade do Cabo na África do Sul surpreendeu-me, já que estava à espera de encontrar arranha céus e o que vi foram construções harmoniosas, junto de uma baía cheia de vida.

Percorri a cidade e vi muita animação de rua, cantores de blues, jazz, animadores de rua e uma alegria e vida que pairava por qualquer lado para onde me virava.

E o comer? Ui, que maravilha, bons vinhos e muito marisco tudo servido com muita qualidade e simpatia.

Num outro dia embarcámos e fomos até Roben Island, visitar a prisão onde esteve Nelson Mandela. Comoveu-me ver o quarto onde esteve e toda a zona envolvente.

Regressámos à cidade, mas a visita não acaba aqui, fico sentada aqui a recordar as grandes emoções e encantamento que tive nesta viagem.

Continua... 

Símbolo da fertilidade no Butão

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Nos mais variados sítios por onde passei no Butão, vi sempre esta imagem. Sem ter uma conotação maliciosa é apenas o símbolo da fertilidade.
Na verdade sem ele o mundo seria diferente e mesmo que se fale e se façam vários tipos de fertilização, sem ele a humanidade desapareceria.

Espero que o usem bem, seja ele de que tamanho ou forma for até que ele tenha vida para se levantar.

Eu fico sentada aqui a desejar que os frutos do seu uso continuado, venha aumentar a população e a curto prazo a popolução portuguesa aumente.

 

Na Lapónia quase congelei

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Quando cheguei a Rovaniemi, vinda de Helsínquia, apesar do frio que eu já sabia que me esperava, fiquei surpreendida com os -17º que vi no aeroporto, mal eu imaginava o que me esperava.

Levaram-nos para um grande armazém onde nos deram mais um par de meias, um passa-montanhas, umas luvas para colocarmos por cima das que já levava e umas botas bem mais quentes e com um número acima e para completar uma macacão polar.

Depois aos pares fomos em motos de neve até ao hotel, uma verdadeira odisseia. Pelo caminho íamos caindo na neve fofa, ficávamos na mais completa escuridão, mas vinha de imediato um guia que ajudava e lá seguíamos caminho. 3 horas de sofrimento, mais tarde vim a saber que chegámos a apanhar - 40º

Chegámos ao hotel e aí sim, tudo estava quentinho, mas a minha maior confusão é que havia apenas 3 horas de dia cinzento, o resto do tempo era breu.

Mesmo assim passeámos nos rios gelados, andei de trenó puxado por renas, visitei uma quinta onde eram criados cães que aguentavam temperaturas baixas, entrámos numa cabana onde um idoso nos contou histórias à volta da lareira, parávamos de vez em quando para comer em cabanas acolhedoras e aquecidas, convivi com o povo daquela zona e finalmente fui à aldeia do Pai Natal, onde havia à venda todo o tipo de artesanato local.

Passei lá as festividades do Ano Novo-2011, cá fora houve fogo de artifício e muita animação.
E podem perguntar:- Repetirias a viagem?
-Não, de modo nehum, não que não tivesse gostado, mas tanto frio e falta de sol, foram o maior inconveniente para mim.
E hoje sentada aqui , com o sol a entrar pela janela, penso que o sol de Portugal é o mais bonito do mundo.

5º encontro de bloggers

Já vai sendo uma hábito encontramo-nos de vez em quando para confratenizar.

Há os que já são prata da casa, mas aceitam-se com prazer novos visitantes que vamos adorar conhecer.

Gente boa, saudável e bem disposta.

Se quiseres participar inscreve-te, ou aqui, ou através dos blogues do Coisas da Fonte, Afrodite e Maria Araújo, esta duas últimas vão ser as anfitriãs, já que é em Braga que se vai realizar a 30 de Abril o próximo encontro.

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Vou ficar sentada aqui à espera das vossas participações.

 

Machu Picchu

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 Quando visitei o Peru o ponto alto da viagem foi sem dúvida visitar Machu Picchu, um local mágico e monumental, que impressiona, dada a dimensão das construção em sucalcos em que os Incas foram os principais mestres.

Perguntei-me, como conseguiram levar pedras de um tamanho descomunal tão alto e tudo ordenado.

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 Nada está ali ao acaso, tudo tem um significado e cada pedra tem uma história.

A 9 de Novembro de 2011 embarcámos num comboio até à base e iniciámos a subida. 
O espanto era uma constante à medida que subíamos e apreciávamos aquela formação geológica, santuário dos Incas, só descoberto em 1911 pelo Dr. Hiram Bingham.

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 Gostámos tanto que fizemos a subida duas vezes e chegámos aos 2400m de altitude no segundo dia.

Tivemos visita guiada, mas sinceramente não me lembro de tudo, só o meu olhar gravou cada pormenor que me deixou extasiada.

Outros turistas andavam por ali, mas dado o número controlado de visitantes não haviam atropelos.

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Até uma modelo andava ali a ser fotografada a acenar com duas bandeiras, mas não cheguei a saber o significado.

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 As pedras que falam e que tinham um significado especial, esta era um túmulo.

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Não sinto que valha a pena dizer mais nada, as imagens falam por si.

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 Parei lá bem no alto, sentei-me e senti uma energia muito especial, daquelas que acalmam e que nos fazem sentir no céu.

E em vez de ficar sentada aqui como é costume, apeteceu-me deitar, relaxar e agradecer

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Paris, toujours Paris

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 Já visitei Paris pelo menos 3 vezes e não me importava de lá voltar muitas mais.

A primeira vez foi um autêntica aventura.
Eu e uma colega, que nunca tínhamos viajado sozinhas, tirámos quatro dias e a medo lá fomos.
Tudo bem estudado, escolhemos o que gostaríamos de visitar; sabíamos de antemão que nunca veríamos tudo.
Toda a gente nos avisava que o mais difícil era andar de metro, curiosamente saímo-nos muito bem.

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 Logo no aeroporto tivemos um encontro inesperado que nos ajudou imenso nos embarques e desembarques, por coincidência, encontrei uma amiga que ia de quinze em quinze dias a Paris. Parte dos problemas e medos foram logo postos de parte.

Fomos colocar as malas no hotel e à noite fomos jantar com ela, aliás a única noite em que saímos.
Entrámos logo na primeira igreja que encontrámos, bem bonita por sinal, mas nem me lembro do nome.
Pensámos em ir de imediato para o Louvre.
Como não tínhamos almoço, arranjava um farnel à sucapa ao pequeno almoço, só uma vez nos atrevemos a comer um cachorro horrível que nos custou na época 500 escudos..um horror.
Quando entrámos no Louvre vimos que era tão grande que quatro dias não chegavam para ver tudo. Decidimos vê-lo a correr para ficarmos com uma ideia. O museu D`Orsey cativou-nos, mais pequeno e acolhedor. Exposições no Petit Palais e no Grand Palais, foram um deleite para os olhos.

IMG_2063Anos mais tarde voltei lá com uma amiga francesa residente em Portugal e que tinha lá família, aí sim, as visitas foram bem diferentes, e saíamos todas as noites.

 Subi à Torre Eiffel e ao Arco do Triunfo, vistas soberbas sobre a cidade.

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Andámos de barco no rio Sena e deu para ver melhor toda a cidade.

Um espectáculo no Lido foi um dos pontos altos da visita.
Como falava bem francês alguém me perguntou há quantos anos estava em França, fiquei vaidosa, como não podia deixar de ser.

Subir ao Sacré Couer foi lindo demais.

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 Sentar numa esplanada, comer uma guloseima e observar a elegância dos e das francesas foi mais uma diversão.

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Montras lindíssimas e roupa cujo preço não eram para o meu bolso, mas pronto,não se pode ter tudo.
Felizmente nessa época podia-se circular à vontade sem ter medo de atentados e hoje sentada aqui penso um dia voltar, porque Paris é uma cidade romântica e muito especial.

IMG_1879Nessa época ainda não tinha uma máquina xpto, apenas uma pequena Olympus que serviu muito bem., pena que tenha perdido muitas fotos que adorava.

Chegada a Zanzibar

Depois de oito dias de jipe na Tanzânia, chegar a Zanzibar foi a cereja no topo do bolo.

Desta vez o mar azul transparente, as águas quentes, e um hotel de sonho, foram o culminar de uma viagem de sonho.

Não vou aqui falar deixar a história desta ilha do Índico, mas deixo o link com todas as informações.

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Zanzibar#Ver_tamb.C3.A9m

O hotel tinha uma esplanada fantástica com piscina e com o mar alí bem perto e onde tomávamos o pequeno almoço, ou simplesmente ficávamos por ali a bebericar e a tomar umas banhocas.

Zanzibar

E quem consegue resistir a este mar?

Zanzibar

Mas não houve só praia , também fomos num autocarro visitar algumas zonas da cidade, monumentos, ruelas e mercados.

Zanzibar

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 O que se passou a seguir foi deveras interessante e divertido.

Fomos levados até uma quinta onde podemos observar todo o tipo de especiarias e frutos exóticos. Os nativos subiam aos coqueiros e cortavam cocos que depois saboreáva-mos. Cravinho, canela, e outras especiarias foram outras especiarias que conheci, habituada que estava a vê-las só nas prateleiras dos supermercados, foi uma agradável surpresa e gerou-se um clima de festa enquanto se cantava Hakunamatata.

Zanzibar

 Mas mais surpresas estavam para acontecer.

Embarcámos para uma pequena ilha num barco, estilo pirata, para uma  praia deserta, onde estavam à nossa espera para um saborearmos uns óptimos grelhados. Foi um dia em cheio.

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As noites eram de festa, comia-se bem, bebia-se melhor, cantava-se e dançava-se.

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 E com tanta festa e folia, havia quem chegasse ao fim da noite completamente de rastos.IMG_1314.jpg

 E desde 2009 é impossível ficar sentada aqui e não chegar à conclusão, que para começar, foi um bom começo para início de viagens.

 

 

 

 

 

A 1ª grande viagem- Tanzânia e Zanzibar

Tudo começou em 2009 quando me convidaram para integrar um grupo numa viagem que ia ser o começo de muitas.
Tudo bem organizado e orientado por um guia fantástico que se preocupava em que nada falhasse e que fosse cumprido o programa.

Antes de ir tive a feliz ieia de comprar uma máquina fotográfica razoável e que fez com que a partir dessa altura ganhasse a paixão pela fotografia.

Nunca tinha pisado solo africano e fiquei deslumbrada.

Tanzânia

A cratera de Ngorongoro, Seringeti, Lago Manyara, Kilimanjaro, o Lago Vitória e Zanzibar faziam parte do programa.

Percorremos de jipe durante oito dias a savana e podemos observar todo o tipo de animais e há quem lhe chame a arca de Noé da África Oriental.

Já nos jipes aproximavamo-nos dos animais que se mostravam pacíficos, até os leões aproveitavam as sombras dos jipes e as zebras nem precisavam de passadeiras. Parecia que estava a viver um episódio do National Geografic.

leões

zebra

Assisti estupefacta a uma tentativa de um conjunto de leões que tentavam caçar um javali, mas a tentativa saiu gorada.
A única vez em que me assustei, foi quando apareceu à nossa frente um enorme elefante que ficou especado mesmo em frente ao nosso jipe. O condutor desligou o motor e pediu silêncio, nestes casos um elefante enfurecido podia virar o jipe de pernas para o ar. Quando assim o entendeu afastou-se.
Ao longo do caminho íamos contemplando toda a espécie de aves e animais.

Tanzânia e Zanzibar

Entrámos no Parque Nacional de Serengueti, um parque de grandes dimensões cerca de 13.000km quadrados no norte da Tanzânia, famoso pelas migrações anuais de gnus, zebras e gazelas, contudo no parque vivem cerca de 35 espécies de grandes mamíferos.
Ao final da tarde saímos dos hotel para ver o famoso pôr do sol.

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 Mas o mais emocionante estava para acontecer...visitar uma tribo Masai.

Estavam à nossa espera, mal chegámos dançaram e as mulheres tinham expostas nas paliçadas as suas peças de artesanato.

Vivem em cabanas feitas de bosta de animais o que causa alguma impressão, entrei numa e tive de sair logo, tinha apenas um pequeno buraco ao meio por onde saia o fumo da fogueira que ardia ao centro, não existiam divisões e cada família vivia naqueles espaços exíguos.

As mulheres percorriam quilómetros para trazer lenha, enquanto os homens guardavam o gado.
Visitámos a escolinha e comoveram-me os olhares ternurentos das crianças.
Levámos alguns medicamentos, porque sabíamos de antemão que eram a sua maior necessidade.
Um povo afável que gostei de conhecer, contudo não pude deixar de ficar impressionada com as condições em que viviam.

 

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 Muitas foram as emoções vividas, o que aprendi, sobretudo a dar valor que não é preciso muito para nos sentirmos felizes.
Em breve vou sentar-me aqui para falar de Zanzibar

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