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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Cheguei ao Butão, o país da felicidade

Não é meu objectivo falar aqui das fronteiras, do regime político, dos países vizinhos ou das alterações que foram acontecendo ao longo dos anos, já que qualquer pessoa que vá ao Google o pode fazer, o que quero mesmo é falar do que senti, do que vi e fiz e sobretudo partilhar emoções de um país que há muito desejava visitar.

Cheguei a 3 de Setembro de 2016.

Aterrei no aeroporto de Paro num avião da Buthain  Airlines.

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Ainda no aeroporto foi entregue um papel para preenchermos um íten , se levávamos tabaco, quem levasse tinha de mostrar a quantidade, era-lhes aplicada uma  taxa e uma declaração em como podiam fumar, se alguém fosse apanhado a fumar teria de pagar uma multa, caso não apresentasse essa declaração, é proibido fumar no Butão.

Fomos recebidos por um guia butanês que nos conduziu para o hotel. Estranhei a maneira de vestir do chauffer e do guia, mais tarde percebi que toda a gente vestia assim, saia e meias até ao joelho.

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Partimos em direcção a Punakha antiga capital do Butão. no centro do país, na confluência de dois rios, onde mais tarde iríamos fazer rafting, eu limitei-me a fotografar.

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No dia seguinte fomos visitar a cidade e os seus templos budistas.

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Thimpu a capital estava também no nosso programa e fiquei a saber que é a única capital do mundo que não tem semáforos, mas polícia sinaleiro.

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Admirei os prédios que não excediam os três andares e tudo o que avistávamos eram campos verdes de arroz.

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Ao cair da tarde resolvemos dar um passeio pelas redondezas e aí pela primeira vez senti paz, muita paz.

Alguém no grupo disse:
_ Já repararam que nem os cães ladram quando passamos em frente às casas?
Nos arredores visitámos estupas monumentos de tradição budistas que representam a mente de todos os seres iluminados em Dochula.

Atravessámos pontes engalanadas com bandeiras de várias cores e mensagens para darem sorte e felicidade.

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Fiquei abismada quando visitei a estátua do maior Budha do mundo, oferta de um homem rico de Singapura.

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O palácio real na sua imponência foi um dos pontos altos da visita.

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Só a partir de 1974 o Butão. se abriu para o mundo e hoje é visitado por um número de turistas que é controlado.

Os templos, os arrozais, os rios, a paz que transparecia em cada rosto contagiou-me e por momentos pensei ser uma butanesa. 
Se falei de tudo? De modo nenhum, muito haveria para mostrar e contar, fica este apontamento que nunca quero esquecer.

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