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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Visita ao Panteão de Lisboa

Tive o prazer de conhecer a fantástica obra situado na zona histórica de Santa Clara, ocupa o edifício originalmente destinado para igreja de Santa Engrácia, acolhendo os túmulos de grandes vultos da história portuguesa.

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Fundado na 2ª metade do século XVI, o edifício foi totalmente reconstruído em finais de seiscentos pelo arquiteto João Antunes; embora nunca chegasse a abrir ao culto, conserva, sob a cúpula moderna, o espaço majestoso da nave, animada pela decoração de mármores coloridos, característica da arquitetura barroca portuguesa. Elemento referencial no perfil da cidade e oferecendo pontos de vista privilegiados sobre a zona histórica da cidade e sobre o rio Tejo, está classificado como Monumento Nacional.IMG_6360 (1).JPG

 

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 Fiquei deslumbrada com a vista de Lisboa que pude contemplar lá do alto e sentada aqui, penso que não me importava de voltar e captar mais imagens, não só do interior deste fantástico monumento, mas também das diferentes perspectivas que podemos contemplar lá do alto.

Enclausurada no aeroporto- uma viagem para esquecer

Não costumo viajar em companhias low cost, mas desta vez o convite para festejar os 50 anos de uma grande amiga foi tão inesperado que resolvi marcar a viagem até Genève na easyJet.

Para lá tudo correu bem. O regresso coincidiu com o problema de abastecimento de combustível no aeroporto de Lisboa.
Tinha o voo de volta marcado para as 21h e 40m. Duas horas antes lá estava e fui logo informada que não sabiam se haveria voo, já que o aeroporto fechava à meia noite.

Subi e aguardei mais informações e elas não foram nada agradáveis.

Comunicaram-nos que o avião não chegaria antes do aeroporto fechar e como alternativa colocaram-nos em 3 autocarros que nos levariam até Lion com a garantia de que à uma da manhã teríamos voo.

Foi com espanto e muito constrangimento que nos disseram que o voo só se efetuaria às 6 da manhã e fecharam o aeroporto.

Ficámos enclausurados numa sala sem comer e sem condições para dormir.

Chegaram as 6 e nada, mudaram para a 7 e nada, até que disseram que ia ser às 8 e estavam a preparar-se para adiar mais uma vez , mas uma rebelião dos passageiros fez com que o voo acontecesse.

Chegados a Lisboa estivémos 1 hora dentro do avião à espera que viesse um autocarro para nos levar às instalações do aeroporto. Os ânimos exaltaram-se de tal maneira que tiveram de chamar a polícia, o certo é que passados alguns minutos tivemos autocarro.
Compreendo que problemas podem sempre existir, mas quem viaja nestas companhias de baixo custo fica sempre relegado para segundo plano.

Hoje sentada aqui prometi a mim mesma nunca mais viajar neste tipo de companhias

Deixo algumas imagens para ilustrar a situação degradante pela qual passámos.

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Deram-nos umas folhas de papel de alumínio amarelas para nos cobrirmos e que faziam um barulho irritante quando alguém se mexia, parecia que estávamos prontos para ir para o forno.

Agradeço à equipa do Sapo por ter destacado este post

 

 

Sugestões para o fim de semana

Para quem vive a Norte no Domingo os Sétima Legião vão estar na Casa da Música no Porto a comemorar 30 anos de carreira.

Ai se eu pudesse não resistia, mas como me é impossível fico sentada aqui a ouvir uma música deles que gosto.

 

 

Mais ao centro e óptimo para quem tem filhos pequenos, ou gosta de apreciar um dos locais mais bonitos do nosso país, amanhã das 15 às 19 h, vai estar nos jardins da quinta de Regaleira a peça infantil Alice no País das Maravilhas.

 

Para quem gosta de arte está patente em Lisboa na Galeria de Artes António Prates, na R: Alexandre Herculano uma exposição de arte urbana, com entrada livre.

 

Bom fim de semana para todos!

 

 

 

Refastelada no autocarro

Foto sentaqui

 

Já tinha lido algures que onde as famílias gastam mais dinheiro é nos transportes e combustíveis.

 

O meu descendente, que é mais poupadinho que eu, já me tinha avisado para começar a andar a pé, ou em transportes públicos sempre que possível.

 

Como sou uma mulher que até acata conselhos que me parecem úteis lá resolvi deixar o carro na garagem e ontem inesperadamente tive de ir a Lisboa tratar de um assunto que não demorava mais que um quarto de hora.

 

Às 12h e 30m estava dentro da rápida que me levou ao Campo Grande, depois linha verde do metro lá fui até Alvalade. Às 15h 30m estava de novo dentro do autocarro.

 

180 km sem stress, sentadinha a observar a paisagem, sem avanços e paragens, sem portagens, sem desgaste nem consumo de combustível.

 

E hoje sentada aqui comecei a fazer contas e não gastei mais que dezassete euros, se fosse no meu carro gastava mais do dobro e ainda ficava num stress danado porque detesto conduzir em Lisboa.

 

Acredito que para quem vive na zona de Lisboa a coisa não será assim tão fácil se têm de usar os transportes públicos todos os dias, já que o aumento de preço dos bilhetes e os horários desfasados deixam qualquer um com os cabelos em pé.

 

Eu fiquei fã e a não ser para  dar uma fugida à noite com a malta amiga, dificilmente me apanharão a conduzir em Lisboa.

 

 

-Querem fotografar com tripé no metropolitano? Peçam uma credencial.

Foto sentaqui

 

Neste Domingo como tive de ir levar um familiar ao aeroporto, aproveitei a tarde para andar de metro, coisa estranha,tanta coisa boa para fazer e logo me deu para isto, mas  disseram que estavam abertas as inscrições para uma maratona fotográfica na rede de metro de Lisboa e achei que teria ali muitas coisas interessantes para fotografar, com ou sem maratona, e de máquina em punho lá andei eu percorrendo todas as linhas. Nas que gostava mais saía e fotografava. .

 

Depois de ver as fotos duvido que me vá inscrever, mas valeu porque via-se pouca gente, nada de apertos, nem confusões,  tive oportunidade de fazer uma coisa que gosto e olhar com mais atenção para detalhes que me escapam quando tenho que me deslocar por obrigação.

 

Na verdade temos estações que são autênticas obras de arte que merecem ser apreciadas e valorizadas.

 

Uma das que gosto mais é a das Olaias. Como havia muita luz, achei por bem montar o tripé. Meia dúzia de pessoas aguardavam, de um e de outro lado da linha.

 

Quando estava entretida e completamente embrenhada no que estava a fazer, ouço uma voz por detrás de mim dizer:

-A senhora tem credencial que lhe permita o uso do tripé?

-Credencial????

-Sim, só com ela é permitido fotografar de tripé.

-Mas porquê?

-Não sei bem, mas penso que será por uma questão de segurança, pode alguém tropeçar.

Fiquei de boca aberta e ainda perguntei:

-Então e a menina pode passar-ma?

-Não, isso terá de ser pedido para os nossos serviços, não me lembro do endereço, mas vou já procurar e dou-lho.

-Não se incomode, arrumo já isto e já agora sabe-me dizer por favor onde posso fazer a inscrição para a maratona fotográfica?

-Não faço a mínima ideia, respondeu - tenho visto por aí os anúncios, mas mais não sei. Solícita e simpática pediu para a seguir até ao gabinete e prontamente me deu um minúsculo folheto com os contactos da empresa. 

Agradeci e ainda lhe disse que o melhor seria consultar o site da internet, já que no tal papel nem um número de telefone havia.

 

E agora sentada aqui ainda estou a pensar na situação caricata e a imaginar alguém a tropeçar no meu tripé, cair , partir alguma coisa, a minha máquina por exemplo e curiosamente nem um único polícia vi nas estações. Estranhas são estas necessidades e esta preocupação com pormenores, quando o essencial é esquecido.

 

Portanto senhores fotógrafos, tripé no metro só com credencial no bolso, a não ser que o usem como arma de defesa caso tenham o azar de serem assaltados.

 

Quero uma rua com o meu nome...pode ser?

 

 

Foto de Sentaqui

Pasmei quando li aqui que um grupo de amigos do Carlos Castro foi entregar uma proposta ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, para que fosse dado o nome de uma rua da capital ao cronista falecido.

E pergunto eu...A que propósito?...Que fez de importante esse senhor para a sociedade?... Será que me escapou alguma coisa?

Pelo que eu sei e todos sabem era um simples colunista de revistas cor-de-rosa e entretinha-se a fazer comentários vulgares a algumas personagens do jet set.

Será isso suficiente para que tenha o  mérito de vermos o seu nome  estampado numa qualquer rua de Lisboa?

 

Então e outros portugueses que dignificaram o nome de Portugal, que o deram a conhecer lá fora e cá dentro e tiveram uma vida rica, com valores, cultura e sentido patriótico? Ainda não vi nenhum movimento a pedir nome  fosse de quem fosse, para uma rua, ruela ou praceta.

 

Se é assim tão fácil, eu atrevo-me a sugerir aqui à vizinhança que peçam ao autarca cá do sítio uma rua com o nome da Maria, que sentada aqui se vai entretendo a escrever umas coisas que interessam a pouca gente, a exemplo da escrita do tal senhor; se não for possível, que pelo menos se lembrem de todas as marias que existem por esse Portugal fora... anónimas,  diligentes, mães, mulheres, trabalhadoras, que se esforçam e dão o máximo de si e que por vezes sofrem em silêncio as agruras de uma sociedade que por vezes é madrasta, quando se trata de reconhecer o real valor da sua entrega.

 

E para não pensarem que eu faço descriminação entre mulheres e homens, sei que há por aí muitos manéis que mereceriam serem lembrados, reconhecidos e homenageados.

 

Não acredito que haja o mau senso e que se distorça o significado do que é verdadeiramente a justiça, a cultura, a obra, o desempenho de muitos cidadãos, se alterem conceitos e de repente nos façam pensar que, ou nós estamos doidos, ou querem-nos fazer passar por isso. 

 

 

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