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Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Bom fim de semana

Foto Sentaqui

Se por acaso alguém estiver farto de calor, dirija-se a Oeste, aqui temos céu cinzento, uma brisa refrescante de pôr os cabelos em pé a qualquer um, podem também usufruir de quando em vez de uns pinguinhos de chuva e contemplar o mar encrespado com uma nortada que dura e dura e dura.

Ah...se por acaso se atreverem, não se esqueçam de ir ao armário da roupa de Inverno e tirem de lá um casaco bem quentinho, umas calças confortáveis, umas sapatilhas e umas meiinhas de lã.

Eu estou sentada aqui a pensar se hei-de acender a lareira ou se me piro para as Caraíbas, exagero, eu sei, basta que atravesse a Ponte Vasco da Gama ou a 25 de Abril para mudar de país, pelo menos tenho essa ilusão.

Bom fim de semana!!!

A Pêra...é Rocha

  

Foto do meu blog Existe um Olhar

Enquanto estava sentada aqui a ler o que foi escrito durante o fim de semana parei no que escreveu a Marta acerca do que consumimos quando vamos às compras, comparando-o com o que acontece nos supermercados alemães.

 

Está na altura de  prestarmos atenção ao que de bom se produz em Portugal. E se até há bem pouco tempo me limitava a pegar no carrinho de compras e passear pelas filas de prateleiras dos supermercados sem prestar grande atenção à proveniência do que punha no cesto, hoje a minha atitude passou a ser outra.

 

Pus de lado o comodismo e como a olho nu já não vou lá, habituei-me a ter os óculos à mão para ficar  certa de que, sempre que for possível, comprarei o que é português.

 

Longe vai o tempo em que a fruta bem apresentadinha e normalizada, os legumes de um verde apelativo, os queijos mais ou menos vistosos, as carnes embaladas a vácuo vindas lá da outra banda do planeta, ou as novidades fora da época me seduziam.

 

Para reforçar ainda mais este meu desejo de incentivar o consumo do que se produz aqui neste rectângulo, li algo que me deixou satisfeita num jornal da região sobre a nossa pêra rocha, uma qualidade única no mundo, resistente, só produzida na região oeste e cujos produtores têm vindo a exportar para os mais diversos pontos do mundo, sendo uma actividade que está a gerar lucros e em franca expansão.

 

Reconheço que Portugal, com o actual estado de coisas, não tem muito para onde se virar, e lembrando as palavras de Belmiro de Azevedo em que sugeria que deveríamos investir na agricultura,  pesca,  turismo e  floresta, por serem actividades que  exigem equipamentos de verbas pouco  avultadas, sendo bem mais barato comprar um trator do que maquinaria para uma determinada fábrica, que à partida não se sabe se terá retorno do investimento aplicado.

 

Se o que escrevi não for motivo para se mudar de atitude, pelo menos um dia provem, caso não conheçam, a nossa pêra rocha. Garanto que não recebo nenhuma comissão pela publicidade.

 

 

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