Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Sentaqui

"A maturidade permite-me olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura." (Lya Luft)

Bacalhôa Buddha Eden

O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. 

 

Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.

INDICAÇÕES PARA CHEGAR AO BACALHÔA BUDDHA EDEN:

Sair na saída 12 da A8 (Carvalhal / Delgada)
Virar à esquerda na saída (Para quem vem de Norte ou Sul)
Sair na segunda saída da rotunda
Seguir as indicações das tabuletas/sinais do Buddha Eden

O Bacalhôa Buddha Eden fica a cerca de 3 km da saída da A8.

COORDENADAS GPS

39°16'33.24"N | 9° 8'24.23"O

20181020_151951.jpg

20181020_152730.jpg

20181020_153023.jpg

20181020_153036.jpg

20181020_154117.jpg

20181020_160043.jpg

20181020_160545.jpg

20181020_161551.jpg

20181020_172721.jpg

20181020_170613.jpg

20181020_162347.jpg

20181020_154512.jpg

20181020_153939.jpg

20181020_153305.jpg

20181020_162125.jpg

 Esta é apenas uma pequena amostra do que se pode ver neste jardim, o melhor mesmo é ir, estar e contemplar este espaço maravilhoso.

Ps. Durante algum tempo este blog vai ficar parado, um dia voltarei!



publicado às 07:29

Alguns lugares que visitei e gostei

Depois deste blog ter desaparecido durante algum tempo e que felizmente a equipa do Sapo me ajudou a recuperar, deixo aqui algumas fotos que guardei de lugares que visitei e gostei e que gosto sempre de recordar

20757515_8i5C0 (3).jpeg

Suíça

 

12107744_958997584138293_2468948835170870447_nsoutiens.jpg

Nova Zelândia-um alerta contra o cancro da mama

 

20757518_dyTLB (1)viajantes (2).jpeg

Himalaias

 

20757570_JZ1Ky.jpeg

Capadócia

 

IMG_0203amarrocos.JPG

Marrocos

 

20757519_5rVfD (1)Marvão.jpeg

Marvão - Portugal

 

20757517_OEWfi.jpeg

Serra da Estrela- Portugal

20757541_Rm0S0 (1)japão.jpeg

Japão

20757571_MGPwI (1)Lagoa de Óbidos.jpeg

 Lagoa de Óbidos- Portugal

publicado às 12:47

Recordando José Saramago- A Maior Flor do Mundo

IMG_1592.JPG

 Tirei esta foto num paseio que fiz à terra natal de Saramago- Azinhaga do Ribatejo.
Como sempre me foi muito difícil ler um livro completo dele, recordo aqui uma história infantil, que gostei muito, primeiro comprei o livro e descobri no youtube A Flor Maior do Mundo.



Fico sentada aqui deliciada a ouvir este conto, espero que gostem tanto quanto eu!

 

publicado às 21:19

Como nasceu a figura do Zé Povinho

20180920_201217.jpg

 Conheço e visito de vez em quando um grupo de senhoras que passam os seus tempos livres a bordar, aproveitando restos de tecido e fazendo trabalhos bem interessantes. Hoje fui lanchar com elas e vi esta figura do Zé Povinho.
E sabem como nasceu esta figura? 

O "Zé Povinho" é uma das mais conhecidas personagens criadas por Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905). Confunde-se com o povo português amplificando todos os seus defeitos e virtudes. Criado há mais de cem anos o Zé continua a ser nosso contemporâneo.

Raphael Bordallo Pinheiro (na grafia original) foi caricaturista, ilustrador, ceramista, decorador, editor e criador de uma das personagens que melhor personifica o ser português: o Zé Povinho.

A personagem nasceu em 1875 e passou a surgir com frequência nas vinhetas publicadas por Bordalo Pinheiro nas diversas publicações que editou ou onde colaborou.

O “Zé” foi assumindo a personalidade do povo, mas também as críticas ao sistema político e aos seus protagonistas. Os regimes passaram e as críticas assumiram novos contornos ultrapassando mesmo a vida do seu autor, com o “Povinho” a recriar-se nas mãos de novos autores e criadores

publicado às 21:35

Mais sobre mim

imagem de perfil

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D